domingo, 26 de janeiro de 2014

404 - O exemplo dos alunos da Escola Secundária Manuel Cargaleiro

A Escola Secundária Manuel Cargaleiro fica situada numa  área residencial difícil onde coexistem: construção clandestina, famílias de baixo nível sócio económico, emigrantes não integrados na sociedade portuguesa, ...

O interessante é que esta Escola tem como patrono o mestre Manuel Cargaleiro, sendo que este tem oferecido a esta escola algumas das suas obras.

O painel de azulejos que se apresenta na foto é paradigmático. Está no jardim da escola há anos e nunca foi danificado ou vandalizado.

Não deixa de ser curioso que sendo a escola frequentada por alguns alunos com uma cultura de subúrbio e guetho estes sabem entender e valorizar o que de bom gosto e belo existe à sua volta.

Saberão as escolas promover devidamente o gosto e o belo? oferecem produtos de qualidade a todos os alunos ou resignam-se? exclusão não gerará mais exclusão?

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

403 - O verdadeiro sentido da aprendizagem

Penso que este placard caberia bem à parta de cada biblioteca ou à porta de cada escola. É para possibilitar as aprendizagens aos alunos que elas existem. Soubessem os alunos entender/refletir sobre o valor profundo desta frase. Estou bem certo que ao fim de poucos anos teríamos uma geração de excelência. 

"A coisa bela acerca da aprendizagem é que ninguém a pode tirar de ti"

domingo, 19 de janeiro de 2014

402 - Para memória presente e futura: “As dificuldades justificam uma política pública de leitura, nas escolas e fora delas”

“As dificuldades justificam uma política pública de leitura, nas escolas e fora delas”

Entrevista a Teresa Calçada, coordenadora do gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares.

Teresa Calçada pediu a reforma no final de Dezembro João Cordeiro
À frente da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) desde 1996, Teresa Calçada despede-se com a certeza que o programa vai continuar, apesar das dificuldades.
Não é exagero dizer que Teresa Calçada é a mãe da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). Técnica do Instituto Português do Livro desde 1982, esteve na génese da criação da Rede de Bibliotecas Municipais e, anos mais tarde, fez parte do grupo que pensou as bibliotecas nas escolas, acabando por assumir a sua direcção. No final de 2013, depois de 17 anos à frente da RBE, pediu a reforma. "Não sei bem porquê", confessa. Contudo, tem a certeza que o trabalho começado não pode voltar atrás. Para já, vai fazer voluntariado com a sua amiga Isabel Alçada, autora e ex-ministra da Educação, na associação Voluntários de Leitura. Vão às escolas ler com os mais pequenos. 
O Ministério da Educação e Ciência já fez saber que "está a analisar a substituição de Teresa Calçada que deixa o cargo por aposentação".

ler + aqui

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

401 - É sempre bom aprender com os outros

 As reuniões de professores bibliotecários podem ser sempre ocasião de aprendizagem. Neste caso, na Biblioteca Escolar da ES de Bocage em Setúbal os professores aprendem um pouco sobre os contornos do projeto "dormir mais para ler melhor" cujos destinatários são crianças e jovens dos estabelecimentos de educação e de ensino da rede pública (envolvendo diretamente docentes, crianças e alunos, da Educação pré-escolar e do ensino básico). 

  
Neste projeto, propõe-se que os estabelecimentos de educação e de ensino apresentem um projeto, que permita às crianças e jovens consciencializarem a importância do sono para o desenvolvimento das suas competências leitoras, da sua capacidade de aprendizagem e do seu sucesso escolar.



domingo, 5 de janeiro de 2014

400 - How to Kill a School Library: 10 Easy Steps

How to Kill a School Library: 10 Easy Steps

RIP libraries web 300x260 How to Kill a School Library: 10 Easy Steps

This is a straightforward, how-to set of instructions for squelching all remnants of library service in a school community. It’s been a painful set of rants and raves to record, and I can’t say I’ve enjoyed it. However, what I see worries me so much that I just can’t keep my mouth shut.

1. Fire your librarians. If you really want to get rid of library programs and services, start at the top. Ship them off to traditional classrooms or Timbuktu—just get rid of them. Some are rabble-rousers and troublemakers, and others just won’t get off their soapbox about all the great things libraries can do for kids. Once they’re out of the picture, it’ll be easier to do what you want with the library.

2. Tell staff, parents, and students that the library doesn’t offer flexible access anymore. All they do is come in and ask pesky questions at all hours of the day. If the librarian is gone, and the doors are locked half the time, it won’t be long before those annoying patrons start finding their answers elsewhere.

3. Hire clerks for next to nothing and make them do whatever you want. Need help covering the cafeteria? Ask the library clerk. Want someone to open car doors? The library assistant can do that. Is the sub for the absent classroom teacher a no-show? Call the library assistant. The library’s closed half the time anyway—she needs something to do.

4. Keep kids confused about how a library works. If they’ve never heard of a library catalog, they won’t ask how to use one. If kids don’t come in to the library to do research, you can use the space for baby showers and book fairs. Do they really need library books? Get the library assistant to pull a bunch from the stacks. If she’s not in the library, check the cafeteria or study hall. Be sure she includes a variety of titles, because who knows what kids really want to read.

5. Rush kids in and out of the library. You don’t want them in there too long. They’ll get curious about those banned books and genre displays, and we know what will happen next. We’re familiar with what follows when you give a mouse a cookie.

6. Remove interesting signage and timely displays. Don’t draw any special attention to national Children’s Book Week, Poetry Month, Battle of the Books, or Dr. Seuss. Any special events need to disappear from the school calendar. Once you start celebrating literacy, all those kids are going to want back in the library doors, and you‘ll have to repeat steps two through five all over again.

7. Don’t invite public library staff to visit your school and promote summer reading programs or special events. This will draw attention to all the wonderful things that don’t happen at your school any more. Keep all public library references to ebooks and resources on the down-low. If your students think a library has a real function and role in their learning, they’re just going to want those school library doors open longer.

8. Tell authors who want to visit your school that you don’t have time for them. You’re too busy working on the Common Core State Standards to devote time to frivolous pursuits, and they can be damn sure no child is going to get left behind at your school!

9. If teachers need lesson planning assistance or resources, tell them to put on their big girl panties and find it themselves. Surely they’ve heard of Pinterest?

10. Convince parents that early literacy has nothing to do with the library. Don’t send flyers or pamphlets home telling them how to read with their children, and don’t offer special seminars on building strong readers. A kid who loves reading at home is just going to knock on those library doors, and we’ve made it pretty clear: The lights are off and there’s no one there.

Robin Overby Cox is an elementary library supervisor in central Texas.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

399 - O que está por fazer (Geração Net)

Muitas vezes, ao ser convidado para falar em encontros sobre Bibliotecas Escolares, foco-me muito na questão de que o acesso à informação se faz hoje em dia de uma forma muito diferente do que se fazia há 5/6 anos ou um pouco mais. A geração que agora está na escola tem acesso à informação e às tecnologias de uma forma que nenhuma outra teve. É  mesmo importante que os professores se consciencializem disso.

No entanto, isso não significa que esteja tudo feito a nível da formação do utilizador e que este se saiba mover, com sucesso, no mundo digital onde vive, antes pelo contrário, há mesmo muito por fazer..

 A imagem acima é um bom exemplo de um itinerário do trabalho que a escola pode e deve fazer com esta nova geração.

Vamos a isso?