quinta-feira, 27 de junho de 2013

363 - concurso conta-me uma história: Entrega de prémios

Após ter sido juri, tive a felicidade e o privilégio de participar hoje na entrega dos prémios aos grupos vencedores do concurso "conta-me uma história" Promovido pela ERTE, Microsoft, PNL e Rede de Bibliotecas Escolares, cerimónia esta que decorreu nas instalações da microsoft.

link de acesso às histórias premiadas:   http://www.crie.min-edu.pt/index.php?section=422

Estes miúdos estão mesmo de parabéns! não só por terem sido premiados mas por todo o processo que levou à construção da história que levaram a concurso.

Se lhes tivesse dirigido a palavra esta tarde, ter-lhes-ia dito qualquer coisa como isto:


1 - Quero dar-vos os parabéns por terem participado neste concurso e pelo esforço e empenho que demonstraram, pois sabemos bem que para apresentarem o trabalho final houve que passar por momentos mais “chatos” a gravação que não ficou boa, o meminho que se enganou, …. A vida é assim, Para se “ganhar”, para se alcançar os objetivos a que no propusemos, é necessário, dedicação, esforço, repetição. Dá trabalho, mas os resultados só podem vir a ser como estes. São vencedores

2 – Também vos quero dar os parabéns e a todos os meninos deste pais que participaram no concurso porque leram muitas histórias, escolheram a que mais gostavam e tiveram o gosto de a recontar a todos os meninos que falam e escrevem português. É tão bom ler, é tão bom sentir a nossa imaginação a voar, é tão bom aprender, é tão bom partilhar com os outros as coisas de que gostamos mesmo. Eu também gostei muito de ouvir e ver todas as histórias (mesmo aquelas que não ganharam nenhum prémio pois sei que da parta da escola houve meninos quiseram participar e partilhar os livros e as histórias de que gostaram s)

3 – Espero que tenham gostado de aprender a fazer podcast! Esta é uma ferramenta que vos pode ajudar a fazer trabalhos muito bonitos e apelativos. Imaginem-se a apresentar trabalhos aos vossos colegas e professores desta forma! Ficam apelativos não ficam? Para além disso, usando este tipo de ferramentas cada um de vós também aprende a trabalhar com a informação: terá que aprender a selecionar a que lhe interessa, a trabalha-la e a transformá-la, a construir um guião sobre essa mesma informação de modo a que possa “caber” no tempo que lhe foi dado para a apresentar.

4 – Termino convidando-os a não abandonarem o caminho já percorrido e a continuarem a ser bons leitores: usem as vossas bibliotecas, descubram outras histórias, contem-nas aos vossos colegas da forma que souberem, divirtam-se, aprendam, partilhem, cresçam!

Aos srs professores e srs diretores quero deixar também uma palavra de apreço. Fazer parte do júri de um concurso como este é um privilégio pois, deste lado, temos a noção de que há centenas de escolas deste pais que leram, produziram podcast e fizeram, refizeram, tentaram produzir o melhor dos trabalhos possíveis dentro das condições humanas e técnicas que lhes foram postas à disposição.

Parabéns aos professores por não desistirem, parabéns às direções por criarem nas suas escolas condições para que este tipo de trabalho se realize. A escola são as aulas, mas não podem ser só as aulas. O currículo é um conceito muito mais vasto que o programa de uma disciplina.

Termino com votos para que alunos, professores e diretores não deixem de acarinhar a biblioteca escolar como espaço privilegiado para a aprendizagem.

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No relativo à participação dos miúdos no dia de hoje, retenho a participação dos alunos do colégio Monte Flor de Carnaxide que dramatizaram a história  com que participaram... Que belo!

video

Veja-se a arte desde pequeno que no computador gere a entrada dos sons adequados à dramatização que está em cena. Quem disse que os miúdos não participam e não aprendem com o concurso? Dá mesmo gosto perceber que há mesmo competências na área técnica que estão a ser aprendidas e mobilizadas através desde concurso. Estou certo que este aluno, ao longo do seu percurso escolar, se irá desembaraçar melhor quando tiver que lidar e gerir informação e/ou de realizar um trabalho no computador .











sábado, 22 de junho de 2013

362 - O que pode encontrar numa biblioteca no ano de 2013

School libraries are transforming into 21st century learning commons

School libraries are transforming into 21st century learning
With the digital revolution, information access, use, and communication have changed along with the definition of literacy. Accessing and collecting information is easier, but effectively using it has never been more difficult. And more than ever students and staff need collaborative, flexible and creative spaces that provide expert instruction and technology and literacy support. The school library, or learning commons, continues to be an integral part of the academic and cultural life of a school but the way it is being used is changing—it is an exciting, engaging place to be!
Here are some of the things you may encounter when you visit a school library today:
  • A teacher-librarian is using a document camera to display 3-D ocean objects to a Science class.
  • The teacher-librarian and classroom teacher are co-teaching digital citizenship skills using the district subscribed program Passport to the Internet on a large SMARTboard.
  • Students are collaborating on a group research project, searching for information through developmentally appropriate databases, websites, blogs, streaming video and print resources.
  • Students are interviewing experts, recording local historical stories using digital cameras.
  • Students are blogging with a class from another province, learning about the place geography and history.
  • Students are developing criteria as they watch new exciting book trailers. They will start to write and produce their own.
  • The teacher-librarian is helping students publish a collaborative digital storybook they wrote in class.
  • Students are learning presentation skills, and the various ways we can present information in the digital age.
  • The teacher-librarian set up a virtual field trip to the Royal Tyrrel Museum for the Grade 3 students who are studying dinosaurs.
  • Students are researching and designing virtual travel "Glogs."
  • Art students are show casing their art work in a Gallery Walk, showing digital, print and 3-D art forms
  • Students are learning about new copyright laws and the importance of using information in an ethically responsible way.
  • Intermediate students and staff are acting as readers’ advisors to primary students, helping them find just-right-fit books
  • A teacher-librarian is inspiring Middle School readers by book-talking new graphic novels to the English classes.
  • Students are using the library pathfinder to find relevant information for a research project.
  • Teachers are collaboratively building wikis to support In-service planning.
  • Students are preparing for their tour of the TRU Learning Commons.
  • Students are browsing cool new books at the library bookfair.
  • Kindergarten parents and students are being welcomed in a Kindergarten orientation.
  • Students are playing board games at lunchtime.
  • The public library staff are presenting information about the summer reading program.
  • Students are meeting in their Battle of the Books teams, discussing books and preparing for the competitions.
  • Students are participating in the annual Drop Everything and Read Event, using a variety of texts, digital and print!
  • Staff and students are collecting books for the annual Heap the Honda Book Drive.
  • High school students are performing readers theatre plays to intermediate students…
These are just some of the activities that happened in SD73 school libraries this year. Check out your school library to see what’s happening today!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

360 - Ainda e sempre, o Twitter

Quando faço formação de professores, uma das ferramentas web 2.0 em que há mais dificuldade e resistência é o Twitter.

Há sempre alguém com dificuldade com o Twitter: que não lhe vê interesse, que não sabe o que postar, que tem a angústia da página em branco, ...

A figura abaixo acaba por ser uma espécie de itinerário para uma aprendizagem do uso do Twitter.
Vamos meter mãos à obra?


 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

359 - O que faz um bibliotecário?

Mas o que faz uma bibliotecário? para que queremos nós um bibliotecário?
(Para quando um vídeo similar a este feito em Português retratando a realidade portuguesa?) 


terça-feira, 11 de junho de 2013

358 - (Re)Pensar uma biblioteca de alto a baixo

Confesso que adorei ler este post de Nieves Gonzalez

La idea de renovar la profesión, nuestros cometidos, el papel que jugamos en nuestras comunidades está cada día más presente en los que escribimos, hablamos, conversamos. En estos días me han llegado unos documentos que inciden sobre la misma idea de la biblioteca como emprendedora y que quiero compartir con vosotros. 

El primero de ellos es un artículo de Brian Mathews (Virginia Tech), que titula “Think like a Startup: white paper to inspire library entrepreneurialism”A este artículo pertenece la imagen que encabeza este post, y que como ya se sabe, representa la curva de la adaptación a cualquier circunstancia, por parte de los distintos grupos de personas. Mientras que los retrasados estarán jugando con Facebook, los innovadores estarán experimentando con la impresión en 3D o construyendo servicios de visualización de datos.
Mathews insiste en este artículo en que no podemos seguir haciendo lo que ya hacíamos, ni buscar nuevas formas de hacerlo. Lo que necesitamos son ideas disruptivas, rompedoras, transformadoras, necesitamos un cambio de paradigma. 
Por ejemplo, no se trata tan sólo de modificar nuestro servicio de referencia o comprar libros electrónicos. Esto es más de lo mismo. Tendríamos que estar preguntándonos de qué forma vamos a dar soporte al aprendizaje, la docencia y la innovación en el siglo XXI. 
Necesitamos, como dice Mathews, telecopios en vez de microscopios, mirar fuera en vez de hacia dentro, y estamos tambien en la obligación de implementar nuevas ideas, o  en caso contrario, la biblioteca se encontrará al margen de la educación superior. 
La Biblioteca no debe imponerse limitaciones en su papel en el ámbito de la educación. Con nosotros o sin nosotros, está cambiando la naturaleza de la información y se imponen los nuevos modos de crear y compartir información.  
Para convencernos de que esto es así y no puede ser de otro modo, el autor enumera una serie de ideas que sostienen su teoría:  
  1. ¿Es demasiado importante la Universidad como para fracasar? 
Estamos viviendo momentos críticos. Incluso Harvard ha reducido el número de horas de apertura de la biblioteca y despidiendo personal. En este contexto surgen iniciativas como la fusión de Universidades: “University System advances on campus mergers". Tambien en el ámbito más cercano, vemos circular estas iniciativas de fusión de Universidades (Informe de seguimiento y evaluación de la Estrategia Universidad 2015). 
En el estudio se muestran iniciativas disruptivas como StraigterLine, UnCollege, y Udacity.
Aunque muchos de los servicios que las bibliotecas universitarias ofrecen son esenciales para la vida universitaria, sin embargo, en el artículo se muestran estos posibles escenarios: 
    • ¿Qué pasaría si los servicios para los estudiantes gestionaran los learning commons?.
    • ¿Si los servicios de investigación gestionaran los recursos electrónicos, las suscripciones bajo licencias de estos recursos, y la petición de materiales de investigación bajo demanda?.
    • ¿Y si los recursos de información están cada vez más en abierto, y no se necesitarán bibliotecas para adquirir o controlar el acceso a los materiales?. 
    • ¿Qué pasaría si a todos los estudiantes se les dieran lectores de libros electrónicos y una asignación anual para comprar libros, artículos y otros medios necesarios para sus actividades académicas e intereses culturales? Las colecciones serían personalizadas, bajo demanda, los recursos de aprendizaje instantáneos, y de por vida.
    • ¿Si los museos locales conservan las colecciones especiales de la biblioteca?
    • ¿Si los profesores asociados, los doctorandos, dieran la formación en el uso de las bases de datos, asesoraran a los investigadores y dieran formación en competencias informacionales?. Algunos ya lo hacen.
    • ¿Si los servicios TIC dieran soporte a los laboratorios de las bibliotecas, proxy y gadgets?. 
Algunas de estas situaciones son realidades desde hace ya más de 20 años. Las Universidades son entornos competitivos, los recursos son escasos, y la financiación también, y todos quieren expandirse, aumentar sus competencias. El Informe UniversiTIC 2011, descripción, gestión y gobierno de las TI, es un buen ejemplo de ello. 
Para el autor del artículo, en el futuro seguiremos trabajando como bibliotecarios pero no en una biblioteca física tradicional. Esta es la razón por la que debemos estar abiertos y centrarnos en lo que una biblioteca universitaria es y lo que la gente necesita que sea. 
¿De qué forma ayudamos a que los individuos de nuestra organización tengan más éxito?. 
Lo que desean nuestros usuarios es una búsqueda como la que le ofrece Google, la posibilidad de buscar en el interior de millones de libros, artículos y multimedia, interfaces que permitan un acceso inmediato a la información desde cualquier tipo de dispositivo, utilidades como Facebook, para compartir colecciones en comunidad, descubrir, construir y publicar contenidos y nuevo conocimiento, la movilidad por encima de todo. 

Estas son las necesidades de nuestros estudiantes y profesores, de la comunidad universitaria. 
Probablemente en un futuro, lo más importante no sea acceder a la información sino construir comunidad, conectar con la gente, comprometer a los estudiantes, asesorar a los investigadores, y avanzar en la producción de conocimiento. 
Es tiempo de innovar.

2.- Se necesitan innovadores. Este es el segundo punto en el que Mathews basa su razonamiento. Las (escasas) ofertas de trabajo bibliotecario, demanda un tipo de profesional que piense de forma innovadora, de forma diferente. 
Algunos de los términos que aparecen en las ofertas de puestos de trabajo en el extranjero, son estos: Entorno cambiante, cambian las preferencias de los usuarios, flexibles, adaptables, receptivos y propensos a nuevas ideas, etc. La innovación requiere de líderes que sean persistentes y que puedan cambiar el status quo. Quieren contratar a bibliotecarios que sean creativos para ofrecer nuevos modelos de servicios. No se puede esperar emprendedores en una cultura obsesionada por la tradición. 

3.- Que piensen como startup y de forma distinta. Los startup son esas empresas que se dedican a crear algo nuevo en condiciones de extrema inseguridad. Como está ocurriendo ahora con la biblioteca universitaria y su situación actual. No solo intentamos sobrevivir, también queremos transformar nuestra organización en un servicio viable para los estudiantes y profesores del siglo XXI. 
¿Qué podemos crear hoy que sea esencial para el mañana?
Es muy pronto para saber qué van a ser las bibliotecas universitarias en el futuro, pero si sabemos que no van a seguir siendo lo que son. Es momento de probar nuevos productos, servicios, y colaboradores. La biblioteca no es un espacio, una persona o un sitio web, es una plataforma para los estudiantes, los universitarios, los entusiastas por la cultura y para aquellos que quieran avanzar en el conocimiento. 

Una interesante iniciativa, a la que hace referencia la imagen que inicia este blog, es la impresión en 3D. Con el título “Las bibliotecas deberían ayudar a sus usuarios a crear", se están llevando a cabo iniciativas que podrían llevar el sello de “hecho en la biblioteca”. 

Para mantenerse relevantes, las bibliotecas deberían ayudar a sus usuarios a crear.  Cada vez es más normal que en las bibliotecas se enseñe a crear videos o podcast, (caso de la Biblioteca Pública de Huelva), y en algunas bibliotecas americanas vemos como también se enseña a crear juguetes y prototipos, con impresoras en 3D. La subcultura del hacer “maker” está imponiéndose en congresos y eventos, y las bibliotecas podrían servir como puntos de creatividad para sus comunidades comprando estas impresoras en 3D para sus usuarios (1800 $). 
Otra de las iniciativas que se barajan es la creación de talleres que asesoren a la comunidad a la autoedición en soporte digital y para la lectura en movilidad. 

4.- Aprende de los que triunfan. La mayoría de las startup fallan, por eso hay que seguir a los que triunfan. A partir de este punto, Mathews aporta una serie de ideas para llevar con éxito la empresa. 

5.- Construye, mide, aprende: la metodología. El objetivo no es desarrollar un producto acabado, sino evaluar y desarrollar continuamente el concepto, buscando la mejora continua en vez de aferrarse a un servicio que no funciona. Las bibliotecas de la Universidad del Estado de Carolina del Norte, utilizan la analitica web para estudiar la forma en la que sus usuarios demandan sus servicios y de esta forma están continuamente cambiandolos en función de las necesidades de sus usuarios. 

6.- Facilidad de uso, viable y que aporte valor. Estas son las tres características que debe tener un nuevo proyecto para que tenga éxito. 

7.- Las métricas son importantes, pero que no ahoguen la innovación.Necesitamos una cultura de la innovación, deberíamos imaginar qué tipos de herramientas y servicios deberían permitir que nuestros estudiantes fueran más productivos, tuvieran más éxito: en temas relacionados con la gestión de proyectos, recursos compartidos, herramientas de descubrimiento y filtrado, procesos de sintetización de la información, etc. 

Por ejemplo, el caso de Starbuck, cambiando una experiencia de usuario ordinaria en otra extraordinaria. Starbuck es un modelo de empresa que triunfa con unas técnicas de marketing 3.0, centrada en el usuario, que incluso han modificado la altura de los expositores de los mostradores para que no interrumpan la visión directa entre el cliente y el personal, para que no se interrumpa el contacto visual. 

8.- Una cultura estratégica, en vez de un plan estratégico. Somos la cultura de copia y pega, también los bibliotecarios. Copiamos lo que otras bibliotecas de referencia hacen, en vez de tener iniciativas y grandes ideas que cambien la forma en la que hacemos las cosas: vamos a entusiasmar a nuestros usuarios anticipandonos a sus necesidades, vamos a transformar la forma en la que sucede la investigación. Tendríamos que proponernos hacer mella en la universo. Y esto ocurre en todos los sectores. ¿Que pasa con la ALFIN? Una visión estratégica de la formación en ALFIN no es enseñar a usar las bases de datos, es construir una alfabetización basada en datos, visuales, espaciales, media, información y tecnológica, formar en competencias digitales, mediáticas (Media and Information Literacy, de la IFLA
¿Cual es el papel de la biblioteca más allá de ofrecer acceso a la información y espacios de estudio?
¿Como podemos impactar en los procesos de enseñanza y aprendizaje?
¿Como podemos ser colaboradores de los investigadores de sus proyectos de investigación? ¿Como podemos estimular la producción de conocimiento compartido?
Los responsables de bibliotecas deben aspirar a ser avanzados en sus ideas, emprendedores y centrados en las necesidades de los usuarios, y demostrar a sus organizaciones que desean llevar a cabo nuevas ideas aunque algunas no funcionen tal y como se habían planeado. 
La cultura del startup es una actitud, es papel de los bibliotecarios empujar las fronteras y buscar qué es lo siguiente que va  definir su profesión. 
Las bibliotecas son gente, no libros ni tecnología. Se trata de que nuestros usuarios obtengan lo que buscan, interactuando con todo lo que hacemos y ofrecemos. 

9. Telescopios en vez de microscopios, que nos lleven a ver el futuro, y por último, 
10. ¿Qué es lo siguiente que vamos a inventar? 

El artículo acaba con un resumen de las ideas desarrolladas:
  • Startups son organizaciones dedicadas a la creación de algo nuevo en condiciones de extrema incertidumbre. 
  • Ahora no es el momento de buscar nuevas formas para hacer lo mismo de siempre.
  • Lanzar una buena idea siempre es mejor que no poner en marcha la mejor.
  • No te limites a resolver problemas. 
  • La biblioteca es una plataforma, no un lugar, un sitio web, o una persona. 
  • Las bibliotecas necesitan menos evaluación de la calidad  y más I + D. 
  • Centrarse en la construcción de relaciones en lugar de la excelencia y satisfacción del servicio 
  • No te limites a copiar y pegar de otras bibliotecas: hay que inventar! 
  • Haz crecer tus ideas: construye, mide, aprende.
  • Repite y prototipa.
  • Planta muchas semillas, cultiva las que crezcan.
  • Aprovecha el espacio vacío.
  • Las buenas ideas son útiles, factibles y valiosa. 
  • Dale a las nuevas ideas un lugar para incubar. 
  • Dale a las nuevas ideas el tiempo suficiente para florecer. 
  • Dale a las nuevas ideas una manera de obtener financiación. 
  • Dale a las nuevas ideas  el talento que necesitan. 
  • Dale a las nuevas ideas tiempo para que fallen y después evolucionen. 
  • Renuncia a una idea nueva si no funciona
  • La innovación se produce ahí fuera, no cierres las puertas. 
  • La innovación es un deporte de equipo. Practícalo con regularidad. 
  • La innovación es desordenada. 
  • La innovación es disruptiva. 
  • Los verdaderos innovadores se ensucian las manos. 
  • Reclama formar parte de la empresa científica. 
  • Construir una cultura estratégica, no un plan estratégico. 
  • El espíritu empresarial es un imperativo cultural, no algo que sólo debería ocurrir en pequeñas núcleos de tu organización. 
  • Luchar para cambiar la profesión. 

Seguimos en esta misma línea, con el libro “The Entrepreneurial Librarian: Essays on the Infusion of Private-Business”, editado por Mary Krautter, Mary Beth Lock y Mary G. Scanlon. 
En este libro se comienza definiendo la idea de biblioteca emprendedora y cómo esta idea se contrapone a la imagen tradicional de biblioteca burocrática. En este libro se ofrece una recopilación de proyectos innovadores llevados a cabo por bibliotecarios que incorporan la innovación y el espíritu emprendedor creando nuevos servicios o inyectando innovación en los tradicionales. 
Algunos de estos bibliotecarios emprendedores, desarrollan e implementan innovadoras ideas dentro de sus instituciones y otros salen de la biblioteca e inician nuevos negocios que dan servicio al mercado bibliotecario. 
Se pueden leer algunas páginas de este libro en Google Books. 

Para terminar, quiero recomendar este vídeo de XIP, la red de innovación pública catalana, sobre la necesidad de innovadores. 


No nos queda otra salida.....

quinta-feira, 6 de junho de 2013

357 - O mundo do trabalho

Definitivamente a informática inundou e instalou-se nas nossas vidas. Saberemos nós educar-nos e educar as novas gerações a saber fazer o uso das TIC com conta, peso a e medida usando-a apenas como ferramenta e valorizando a beleza de um dia de sol e de um jacarandá florido?

terça-feira, 4 de junho de 2013

356 - O blogue explicado em poucas palavras

É mesmo caso para dizer que uma imagem vale por mil palavras e que está aqui tudo o que diz respeito a um blogue.

Em próxima formação já saberei explicar melhor o que é e para que serve esta ferramentas Web 2.0 

domingo, 2 de junho de 2013

355 - Para que se questiona sobre como será trabalhar numa biblioteca

Nesta apresentação muito sintética mas incisiva, o "candidato" a bibliotecário pode tomar consciência do que é trabalhar numa bilioteca.

Vale a pena!