terça-feira, 26 de julho de 2011

206 - Estas são as questões centrais no ensino de hoje...

Post retirado daqui
Estas são mesmo questões paradigmáticas que podem ajudar a pensar o papel da Biblioteca nos dias de hoje
---

I have some questions to ask you…
Do you ask questions to check for recall of information?
Or to help students clarify their thinking and construct meaning for themselves?
Do you play ‘guess what’s in my head’?
Or do you encourage learners to keep digging deeper?
Do you stop asking once you  get the answer you were  looking for?
Or do you ask questions you don’t already know the answer to?
Do you think answers are more important than questions?
Or are you excited when questions lead to even more questions?

And…

Do you hear the answers and move on to the next question?
Or do you listen really carefully so the responses can guide where to go next?
Do you praise students who give great answers?
Or do you push students further by asking them to explain, elaborate and justify?
Do you rephrase the question if you no one responds?
Or do you give learners time to think, discuss and make connections?
Is every question and answer directed through you?
Or do students respond directly to each others questions?

205 - ¿Consideras que tu biblioteca es innovadora? ¡¡Compruébalo!!

Do blogue: bibliotecarios 2.0
---
¿Consideras que tu biblioteca es innovadora? ¿Te atreves a comprobarlo?

En un reciente post del blog de Stephen Abram "Stephens'Slighthouse", que trata sobre la innovación y las bibliotecas, se hace referencia al blog HBR.org de Vijay Govindarajan, en el que se describen cuales son los 9 factores críticos de éxito en la innovación (Innovation’s Nine Critical Success Factors) y que bien podríamos aplicar a las bibliotecas. Se trata de que leamos los 9 puntos y puntuemos entre 1 (poco) y 10 (mucho) en qué medida tu biblioteca se identifica con cada uno de ellos.
  1. Tener convicción y un motivo convincente para innovar. No se trata de innovar por innovar, sino de estar convencidos de que ese es el camino, y que no hay otro. 
  2. Tener visión de futuro, pero que sea compartida y motivadora. Tener visión de futuro no es tan frecuente en nuestra profesión, sobre todo cuando ese futuro cambia a la velocidad que lo hace ahora y a tan cortos plazos de tiempo. No se trata de predecir el futuro en base al pasado, que eso lo hacemos muy bien, sino de desarrollar hipótesis sobre el futuro. Hace falta que nuevas generaciones de bibliotecarios ocupen puestos de toma de decisiones, ya que ellos tienen una visión de futuro más acertada, menos contaminada y sobre todo flexible y adaptable. Y hace falta tambien que toda la organización comparta esa misma visión. 
  3. Tener una agenda de innovación estratégica que afecte a toda la planificación de la biblioteca, que inspire todos sus proyectos, y sea su denominador común. Antes de comenzar hay que preguntarse lo siguiente: ¿Cual es nuestro negocio como bibliotecas ahora y donde queremos estar en el futuro? ¿Cual es nuestra tolerancia al riesgo a la hora de seguir grandes ideas, ideas que cambian los esquemas de siempre? El éxito va a depender del tiempo que dediquemos a impregnar a toda la organización y sus líneas estratégicas con estas convicciones. 
  4. La dirección tiene que ser partícipe del proceso. Si el equipo directivo de la biblioteca no apoya y lo hace de forma visible y evidente, la innovación no solo no será creíble por el resto de los trabajadores sino que será difícil invertir recursos en estas ideas.
  5. Un modelo de toma de decisiones que fomenta un trabajo en equipo que apoya a los influenciadores más apasionados. Los modelos autocráticos pasaron a la historia. El éxito está en reconocer quienes son esos influenciadores, qué personas de tu entorno de trabajo tienen más inquietudes y dinamismo y son capaces de atraer a sus compañeros a proyectos innovadores. ¿En que medida las bibliotecas están siguiendo estas pautas de criterios de autoridad y apoyo a los innovadores?
  6. Equipos multidisciplinares y creativos, con personal experto, pero tambien inexpertos que puedan aportar nuevos y enriquecedores puntos de vista.
  7. Explorar con mente abierta las claves que controlan el mercado de la innovación: usuarios, competidores, leyes y normativas reguladoras, ciencia y tecnología. Tener en cuenta todos estos factores. 
  8. Estar dispuestos a sumir riesgos y a ver el valor de lo absurdo. Albert Einstein dijo que no había que esperar mucho de aquello que no pareciera suficientemente absurdo. Los innovadores saben que no hay elección, hay que asumir riesgos y moverse hacia lo que parece absurdo o irrelevante para ser competitivos. y esto en tiempos de crisis es lo que diferencia de los demás. 
  9. Un proceso de ejecución, bien definido y flexible. Para ello hay que tener un equipo de personas dedicadas a la innovación. El motor de producción no puede dedicarse a innovar, pues busca la eficiencia pero no la innovación. No hay que evaluar a este equipo de innovadores por los beneficios que obtenga a corto plazo, sino por la gestión de los experimentos.
Si has obtenido mas de un 70 en la valoración, tu biblioteca es innovadora y está preparada para el futuro, pero si la puntuación es menor deberías reflexionar sobre el futuro y leer los siguientes artículos que Stephen Abram recomienda del número de junio de Computers in Libraries (latest (June 2011) issue of Computers in Libraries), dedicado a la Innovación en Bibliotecas. Algunos de ellos son de acceso libre: 

Assessing Innovation in Corporate and Government Libraries
By Deane Zeeman, Rebecca Jones, and Jane Dysart

Recognizing Innovation
By Stephen Abram

Innovative Services in Libraries
By Jane Dysart and Rebecca Jones

segunda-feira, 18 de julho de 2011

204 - Literacia da Informação e dos Media: Declaração de Fez

Post retirado do blogue Educomunicação acessível aqui:http://comedu.blogspot.com/2011/07/literacia-da-informacao-e-dos-media.html

---

"Os participantes no 1º Forum Internacional sobre Literacia da Informação e dos Media, realizada no mês passado, na cidade marroquina de Fez, aprovaram uma

declaração na qual consideram que "a actual era digital e de convergência das tecnologias da comunicação carecem da literacia mediática e informativa, de modo a conseguir o desenvolvimento humano sustentável e sociedades participativas". No mesmo documento, defende-se a institucionalização de uma World Media and Information Literacy Week para sublinhar junto de todas as partes a importância de concretizar e promover este tipo de literacia  através do mundo. Foi sugerida, para esse fim, a semana compreendida entre 15 e 21 de Junho de cada ano.
Além de reafirmarem que a Literacia da Informação e dos Media constitui, nos nossos dias, um direito humkano fundamental, os participantes sustentaram ser necessário desenvolver esforços no sentido de integrar esta dimensão nos currículos educativos formais e não-formais, de modo a: (1) assegurar a cada cidadão o direito a esta nova educação cívica; (2) capitalizar o efeito multiplicador da formação para o pensamento crítico e para a análise; e (3) dotar professores e alunos com competências   em literacia informativa e para os media de modo a edificar sociedades alfabetizadas neste âmbito, criando as condições para as sociedades do conhecimento.
 

Ler o texto integral: Fez Declaration on Media and Information Literacy."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

203 - Why I need my school library?



Este foi o vídeo vencedor, na categoria dos 13-15 anos de idade do concurso promovido pela ALA "Why I Need My Library"

Haverá melhor forma de advocacia que ouvir a voz dos próprios utilizadores?
Quem agarra na ideia entre nós? nem que seja ao nível da escola.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

202 - Acesso à Internet

Notícia do Público de 28.06.2011 - Por Andrea Cunha Freitas

Relatório da OCDE

Acesso de alunos a Internet em casa quase quadruplicou em nove anos 

Em 2000 apenas 24 por cento dos estudantes portugueses afirmavam ter acesso a Internet em casa. Em 2009 esse número subiu para 91,1 por cento. Portugal acompanha uma tendência geral mas o seu “salto” neste campo destaca-se. Se em 2000 se encontrava bastante abaixo da média dos países da OCDE em 2009 ultrapassa esse valor médio. O acesso a Internet em casa é apenas um dos muitos dados apresentados no retrato sobre as novas tecnologias e o desempenho dos alunos chamado “Estudantes On-Line”, no âmbito do mais recente relatório PISA. continuar a ler AQUI

Comentário meu:

Como costumo dizer até à exaustão:

a) A realidade do acesso à informação mudou muito em 10 anos. negar isso é não compreender o que se passa à nossa volta

b) A escola não pode ignorar o facto de os alunos já acederem à informação. Agora tem que os ensinar a trabalhar com ela e não manter velhos hábitos de ensino que ignoram que os alunos sabem coisas ou não lhe dão valor.

c) A Biblioteca Escolar poderá ter um papel notável no ensino da literacia da informação e na produção de conteúdos por parte dos alunos. Saberão os profissionais que nela trabalham agarrar o desafio?


segunda-feira, 11 de julho de 2011

201 - Google plus, uma primeira abordagem

Ainda não tenho opinião muito formada sobre o google + . Gostei do artigo de George Siemens sobre o assunto que retirei do seu blogue  elearnspace

"I’ve been playing around with Google+. As others have stated, it’s Google’s best foray into social networking. It’s an impressive product, defined by Google’s typical clean interface. The idea of “circles” is somewhat related to Twitter Lists and is helpful for organizing friends/colleagues and tracking different activity streams. Within our research on social network software at Athabasca University (the Elgg-based The Landing), we (mainly Jon Dron, actually) have been looking at ways to create different representations of activity streams to meet the needs of different contexts. Elgg – with its varied activity feed – is an early implementation of Circles. In fact, Elgg was far enough ahead of both Facebook and Google that only this year – with Facebook’s Groups and Google’s Circles – have popular SNS offerings caught up with what has been central to ELgg for several years.
In spite of the promising state of G+, I have a few concerns. Some are small – such as “what kind of a goofy URL have you foisted upon us Google” – mine is: https://plus.google.com/112869117429645144444/. Yes, I’ll remember that. “I’m gsiemens on Facebook and Twitter. If you want to connect with me on G+, I’m 11286911….”
Other concerns are significant and may represent a misunderstanding on Google’s part about how people structure themselves in personal networks. Most evident is Google’s power law making network ways in G+. While power laws (Pareto’s Principle) may exist in many areas of our lives – banking, TV watching habits, book purchases – they are surprisingly absent at a personal level. Yes, I likely respond to a small cluster of blogs and tweets that I encounter. But my personal networks – family and friends – don’t seem to have the power law structure of my public identity. For example, I move fairly fluidly between my personal networks. Facebook gets this. I’ve had very few “way out there” friend suggestions on Facebook.
G+, on the other hand, has been busy trying to make kings of a few: Robert Scoble, Mike Arrington, Loic Le Muer, Mark Zuckerberg, and so on. (Techcrunch addresses this issue as well.) I have precisely zero interest in those people. Nothing in my email history indicates that I would like to connect with them. Google’s algorithm is whacked on how it recommends friends: it is recommending them based on power laws (who is most popular) not on my personal interests. This is a fundamental and significant misunderstanding of social networks. Network properties are different at a personal and social level than they are in public spaces. Worse, G+ is, with this friending approach, altering the influence of individuals in networks. Personal networks don’t need Lady Gaga’s. Public networks do. Google doesn’t get that.
For some reason that I’m not fully clear on, I’m concerned that Google is more in the mode of gaming networks than in helping people connect to people that matter or are personally interesting. Is the intent to get early tech geek adopters to fall in love with G+ and feel invested because they have tremendous follower counts? If so, then there is some hope for G+. They just have to recommending by generic network/power law algorithms and start recommending by MY personal interest and existing network. If G+ isn’t recommending based on driving geek adoption, then I’m afraid Google doesn’t understand the distinction between networks as a mathematical entity and networks as a personal, lived, experience."

quarta-feira, 6 de julho de 2011

199- Wikis - potencialidades em educação



Quando se pensa em publicar algo na Web, usualmente pensa-se em blogues devido à sua extrema simplicidade.

No entanto, se a ideia´e produzir trabalho colaborativo e a síntese de ideias então uma wiki é a ferramenta ideial.

Seria mesmo muito bom ver grupos de alunos na Biblioteca, a prepararem os seus trabalhos finais, usando uma wiki. E é tão fácil!

(Para além de promover uma série de competências essenciais a nível das literacias da informação e trabalho colaborativo)

198 - Facebook e privacidade

Tenho conta no facebook e uso-o regularmente. Não sou das pessoas que vêem mal e "papões" em tudo.

No entanto... De facto, basta um bocadinho de bom senso para perceber que nem tudo se pode publicar no facebook, da mesma forma que não vamos ao café falar em alta voz sobre a nossa vida.

Este filme levanta algumas questões que são bem importantes sobre a questão da privacidade. É bom pensar antes de publicar. Por norma costumo fazer isso



Deixo também uma nota sobre a forma muito simples como o filme foi elaborado. Quando é que veremos as nossas bibliotecas transformadas em centros de produção? é tão simples!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

197 - A Internet das "coisas"

Ou de como as "coisas" podem tirar partido da rede para nos facilitar a vida. Uma introdução a um novo mundo.

Parece-me viável sim!

sábado, 2 de julho de 2011

196 - A revolução silenciosa

Eis uma actualização de um filme que já circula há mais de um ano e que revela o poder dos novos media social: Youtube, Facebook,wikipedia ... e como estas "ferramentas", alteraram a forma como milhões de pessoas se relacionam na net com a informação e com os outros.

Podemos ignorar, até tentar desvalorizar, mas não é por fecharmos os olhos que a realidade deixará de existir!

Tem isto tudo consequências para a educação e Bibliotecas? claro que sim

sexta-feira, 1 de julho de 2011

195 - Tecnologias na sala de aula

Não é que eu tenha a visão de um mundo a branco e preto ou de que antes estava tudo errado e agora está tudo bem no respeitante à educação.

Gosto, no entanto, da apresentação por tocar em alguns factos que são incontornáveis. O mundo mudou (e muito). Querer usar metodologias e ensinar conteúdos do séc XX é pura perda de tempo e é ainda liquidar uma geração de estudantes por não a preparar para os empregos deste século.