segunda-feira, 30 de maio de 2011

184 - A promoção da Biblioteca usando o Youtube



Já tinha feito referência a este assunto no meu post anterior. Fico feliz por ver que ideias deste tipo foram "agarradas" pelas nossas Bibliotecas Escolares, mais concretamente pela Biblioteca do agrupamento de escolas de Marvão.

Penso que o caminho para as Bibliotecas Escolares é mesmo este:
- Envolver os utilizadores,
- Produzir conteúdos,
- Ser inovadora e deixar de lado antigos suportes que já não servem para as novas gerações,
- Usar ferramentes Web 2.0 que atiram a Biblioteca para fora dos seus muros
- ...

Estou certo que estes e outros alunos já não se vão esquecer de como é a sua Biblioteca e as potencialidades que ela tem

segunda-feira, 23 de maio de 2011

183 - A promoção da Biblioteca através da criação de uma identidade



Numa das minhas navegações pala Web deparei com este pequeno filme youtube. Não me importa agora reflectir sobre a qualidade do filme, mas gosto muito da ideia (que já há muito defendo):

a) A Biblioteca tem uma identidade própria, escolheu um patrono que todos identificam como tal e este é usado para promover todas as actividades da Biblioteca
b) A Biblioteca produz pequenos vídeos/animações para explicar o seu funcionamento (usando o seu patrono identitário) e substitui alguns guias em papel que suponho não serem lidos por esta nova geração multi-tarefa e nativo digital!

Gostei da ideia, acho que é esse o caminho

terça-feira, 17 de maio de 2011

182 - Este é o desafio da escola de hoje



































Este é o desafio da escola de hoje. Levar os alunos a:
- Dar o seu melhor;
- Procurar a excelência;
- Tentar fazer diferente;
- Inovar;
- Aceitar desafios;
- Criar;
- Imaginar;
- ...

A sociedade actual precisa do diferente, da criação, do inovador; ... O igual e comum não vende pois:
- haverá sempre alguém noutro canto do mundo que pode fazer o mesmo mais barato;
- o acesso à informação é de tal modo fácil que o necessário é procurar o novo. O igual já é banal

O papel das Bibliotecas escolares é central neste processo ensinando os alunos a pesquisar e inovar, procurando que estes se envolvam nos seus próprios percursos de aprendizagem

Desistir, parar é morrer!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

180 - Daqui a 10 anos

Numa das minhas "navegações" deparei com um post com o seguinte título:

21 Things That Will Be Obsolete by 2020

Nele se afirmam como vindo a ser obsoletos, entre outros:

1. DESKS
The 21st century does not fit neatly into rows. Neither should your students. Allow the network-based concepts of flow, collaboration, and dynamism help you rearrange your room for authentic 21st century learning.
2. LANGUAGE LABS
Foreign language acquisition is only a smartphone away. Get rid of those clunky desktops and monitors and do something fun with that room.
3. COMPUTERS
Ok, so this is a trick answer. More precisely this one should read: ‘Our concept of what a computer is’. Because computing is going mobile and over the next decade we’re going to see the full fury of individualized computing via handhelds come to the fore. Can’t wait.
4. HOMEWORK
The 21st century is a 24/7 environment. And the next decade is going to see the traditional temporal boundaries between home and school disappear. And despite whatever Secretary Duncan might say, we don’t need kids to ‘go to school’ more; we need them to ‘learn’ more. And this will be done 24/7 and on the move (see #3).

ler mais aqui

Não é que subscreva tudo o que o post afirma e sei bem que prever o futuro é algo difícil (se fosse fácil muito mudaria não é?) no entanto é bem importante este tipo de exercícios feitos no sentido de pensar sobre o que é mesmo essencial e o que é assessório.

Não deixa de dar que pensar que certas "coisas" sem as quais hoje não concebemos viver sem, eram inexistentes há 10 ou 20 anos.

Como será o futuro daqui a 10 anos? será que tudo o que consideramos imutável é mesmo imutável e imprescindível?

Palavras que não existiam há 20 anos atrás













Palavras que não existiam há 10 anos atrás


quarta-feira, 4 de maio de 2011

179 - Perfil do Bibliotecário

Vale o que vale (pois trata de realidades diferentes da nossa) mas não deixa de nos fazer pensar um pouco

Imagem retirada daqui

terça-feira, 3 de maio de 2011

178 - 10 Reasons Why the Internet Is No Substitute for a Library

(Não que subscreva a totalidade dos argumentos mas vele bem a leitura)

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10 Reasons Why the Internet Is No Substitute for a Library
By Mark Y. Herring

(publicado no site da ALA - American LIbrary Association)

Reading, said the great English essayist Matthew Arnold, “is culture.” Given the condition of reading test scores among school children nationwide, it isn’t surprising to find both our nation and our culture in trouble. Further, the rush to Internetize all schools, particularly K–12, adds to our downward spiral. If it were not for the Harry Potter books one might lose all hope who languishes here. Then, suddenly, you realize libraries really are in trouble, grave danger, when important higher-education officials opine, “Don’t you know the Internet has made libraries obsolete?” Gadzooks! as Harry himself might say.

In an effort to save our culture, strike a blow for reading, and, above all, correct the well-intentioned but horribly misguided notions about what is fast becoming Intertopia among many nonlibrarian bean counters, here are 10 reasons why the Internet is no substitute for a library.

1- Not Everything Is on the Internet

With over one billion Web pages you couldn’t tell it by looking. Nevertheless, very few substantive materials are on the Internet for free. For example, only about 8% of all journals are on the Web, and an even smaller fraction of books are there. Both are costly! If you want the Journal of Biochemistry, Physics Today, Journal of American History, you’ll pay, and to the tune of hundreds of thousands of dollars.

2- The Needle (Your Search) in the Haystack (the Web)

The Internet is like a vast uncataloged library. Whether you’re using Hotbot, Lycos, Dogpile, Infoseek, or any one of a dozen other search or metasearch engines, you’re not searching the entire Web. Sites often promise to search everything but they can’t deliver. Moreover, what they do search is not updated daily, weekly, or even monthly, regardless of what’s advertised. If a librarian told you, “Here are 10 articles on Native Americans. We have 40 others but we’re not going to let you see them, not now, not yet, not until you’ve tried another search in another library,” you’d throw a fit. The Internet does this routinely and no one seems to mind.

 Continuar a ler aqui

177 - Que tipo de professor és tu? O Bibliotecário como especialista de aprendizagem

Muito relevante o papel que o professor Bibliotecário pode e deve ter numa época em que o saber e o ocnhecimento é muito dinâmico e importa adquirir competências de localização e pesquisa

domingo, 1 de maio de 2011

176 - A Biblioteca também continua a ser espaço de imaginação


Free To Be Me from Ové Pictures on Vimeo.

De tanto focar este blogue para aquilo que entendo deverem ser as novas bibliotecas poderá parecer que, para mim, tudo deve mudar e o que é tradicional e constitutivo deverá deixar de ser feito. Refiro-me à promoção da leitura e consequente desenvolvimento do pensamento e imaginação!

Esta é uma tarefa fundamental e essencial da Biblioteca. Não deverá haver dúvidas sobre isso. Eventualmente não pode é fazer só isto e sobretudo não pode promover a leitura da mesma forma como o fazia há, por exemplo, 10 anos