terça-feira, 29 de junho de 2010

55 - Cmo ocriar um DVD com vídeos do you tube

Post retirado de http://br.wwwhatsnew.com/2010/06/crie-um-dvd-com-videos-do-youtube/



Uma das muitas aplicações (para Windows) que oferecem de forma gratuita no www.dvdvideosoft.com  permite-nos criar um DVD informando os endereços (urls) dos vídeos de Youtube que queiramos incluir no disco.

Enquanto a lista de urls vai aumentando, o programa informa-nos sobre o tamanho que ocupará no disco, permitindo alterar a qualidade do vídeo e áudio para reduzi-lo em caso de ser necessário.

Também tem disponível conversores de vídeo para telemóveis, software de conversão de áudio e vídeo, opções para gravar e ripar, outros de edição de fotos, etc.

Uma completa colecção para quem cria DVDs.

sábado, 26 de junho de 2010

53 - Aplicações educativas web 2.0

Apresentação de 94 ferramentas educativas web 2.0 com interesse para a educação

52 - Os professores bibliotecários são... professores

51- Google voice mail

Parece fácil e sobretudo barato... Mais uma vantagem das ferramentas web 2.0

50 - Inventem-se novas bibliotecas II

Já aqui escrevi sobre isto. A sociedade mudou, os desafios que ela lança à escola e ao mundo da cultura são grandes e são diferentes do que eram há poucos anos atrás

Não adaptar a Biblioteca (e a Escola) ao que a sociedade dela espera é condena-las à morte. Poderá parece estranho ver bibliotecários a trabalhar de uma forma que não era a tradicional. E então?

sexta-feira, 25 de junho de 2010

50 sugestões de uso do twitter

48 - Inventem-se novas bibliotecas

Eu até nem sou pela mudança apenas pela mudança e acho mesmo que antes de mudar é preciso avaliar.

Bom, feita a declaração de intenções não deixa de nos questionar ver os funcionários da Biblioteca pública da Austrália a executarem o Thriller durante a sua festa de Natal.

A Sociedade mudou e muito e nada mudar na forma como se organizam e se gerem os serviços da biblioteca (escolar ou pública) pode ser a melhor forma de as matar.

Inventem-se novas bibliotecas (públicas e escolares) pois!

47 - School Library: Advocacy for Administrators

É a tal questão das evidências. Conquistar o director é fundamental

46 - literacias

As literacias são mesmo algo de relevante e necessitam MESMO de ser trabalhadas com os utilizadores

45 - Como e quem usa a Internet? - 2010

Internet Stats
Via: OnlineSchools.org

segunda-feira, 21 de junho de 2010

41- como usar o Podomatic

O podomatic é uma ferramenta bastante simples e permite criar podcast

40 - Diigo na sala de aula

39 - convesão de texto em audio

Experimentei em versão demo e funciona!

Basta um registo e não é necessário instalar nada
Acede-se a http://www.ispeech.org/ e pode-se passar texto a voz. Dão-nos ainda um código HTML para inserir na página
Um senão, parece funcionar melhor com o inglês

quarta-feira, 16 de junho de 2010

29 - Como criar um Audiobook

Neste tutorial vídeo é demonstrado, passo a passo, como pode criar um audiobook sem recorrer a software profissional.

domingo, 13 de junho de 2010

25 - Como deveria ser a biblioteca na Web social

Retirado integralmente do link abaixo

Ideario de la biblioteca en la web social
do Tecnoeducando de Fernando Gabriel Gutiérrez



Las acciones de las bibliotecas y los bibliotecarios en la red cada vez son múltiples, simultáneas y experimentales. Quizás a cada segundo o minutos algún bibliotecario está experimentando algún que otro servicio de la web social para poder llegar aplicar (o no, del ensayo y error se aprende mucho) en su biblioteca. Pensando en ese fluir de posibilidades latentes que se pueden llegar a transformar las realidades en las bibliotecas, pongo sobre la mesa mis ideas sobre las posibilidades y acciones de las bibliotecas en la red social.

Antes de eso quiero aclarar algunas cuestiones. Por ahí en el momento en que leas este limitado y subjetivo listado las bibliotecas ya estén verdaderamente volcadas en la web (ojalá!) y en la cultura digital. Pero la realidad muestra que la cultura digital se entromete en todos los ámbitos de la vida cotidiana, y la mayoría de las bibliotecas (como la escuela y casi todas las instituciones tradicionales) les cuesta meterse en esta transformación. Por esto hice este ejercicio de imaginarme y pensar cómo serían las bibliotecas si estuviesen orientadas totalmente hacia la web social.

Ahí va mi ejercicio que quiero compartir con todos:

La biblioteca en la Web Social
1. Hincapié en la cultura digital y en los servicios en línea, a distancia y en tiempo real.
2. Atención permanente (24 horas).
3. Cultura digital.
4. Preponderancia en los servicios.
5. Visión proactiva.
6. Paradigma centrado en la comunicación.
7. Usuario (real y potencial) en el centro de la planificación bibliotecaria.
8. Producción de contenidos colaborativos junto con los usuarios (wiki).
9. Biblioteca como partícipe en la gestión del conocimiento.
10. Usuarios: comunidad lejana (local - global).
11. La biblioteca en la cultura de la remezcla digital (Rip. Mix & Burn)
12. Rol de alfabetizadora digital e informacional. (poli y multi alfabetismos)
13. Polítcas de riesgo e innovación.
14. Multitarea (multitask).
15. La biblioteca donde están los usuarios.
16. No importa el soporte, ni la lectura, la información en sí misma sino la producción del conocimiento potencial y real.
17. Bibliotecarios con habilidades digitales.
18. Bibliotecarios con perfil de comunity manager.
19. Personalización de los servicios.
20. Biblioteca como participante en las redes sociales virtuales.
21. Compartir, compartir, compartir.
22. Servicios de conocimiento distribudos en la red.
23. Biblioteca como caos organizado y/o desorganización organizada.
24. Internautas
25. De muchos a muchos.
26. La biblioteca genera servicios para la web móvil.
27. Geolocalización de las bibliotecas en la realidad aumentada.
28. La biblioteca social en la web creadora de espacios digitales donde la memoria colectiva de las comunidades se recontruyen.
29. Focaliza sus operaciones en el aprendizaje invisible
30. Marketing viral en bibliotecas
31. Reputación digital de los bibliotecarios y las bibliotecas
32. La biblioteca piensa una estrategia de posicionamiento web
33. Biblioteca sin estantarias, compuesta por relaciones en la conversación.
34. El usuario parte de la arquitectura de la biblioteca.
35. La biblioteca como participante activo del ecosistema de los medios digitales.
36....tu aporte

¿Y vos qué otras cuestiones agregarías, sacarías, aportarías o discutirías?...

Google Maps Navigation (Beta)

Google map navigation - Muito mais do que um GPS...

Ou melhor, isso dos GPS já era...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

23 - Acerca do plágio - História genial

22- Imagine... (novas Bibliotecas)

Imagine (Library Advocacy Day) from Joyce Valenza on Vimeo.

21 - Bibliotecas e sucesso educativo

school libraries work

20 - As escolas do Séc XXI

As novas escolas querem mudar o ensino em Portugal - do Público de 9 Jun 10

Uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos - é esta a visão que a Parque Escolar tem para o ensino em Portugal.

Biblioteca no centro

O ensino está a mudar, diz Teresa Heitor. "Hoje não se centra apenas no ministrar de conhecimento e competências básicas de professor para aluno. Vai mais longe. Há princípios que a escola tenta divulgar que têm a ver com um melhor acesso à informação, uma capacidade para gerir essa informação".

Num modelo muito inspirado em experiências de países como a Finlândia ou a Holanda, a Parque Escolar propõe uma escola com espaços mais informais (é o conceito da learningstreet, ver texto nestas páginas), locais para pequenas exposições de trabalhos e, acima de tudo, uma biblioteca, que passa a assumir um lugar central, com jornais, revistas, computadores, Internet. No caso dos liceus antigos, mantém-se por vezes a biblioteca original como "memória histórica" e espaço mais formal, e cria-se uma nova.

A biblioteca deve ser um "espaço aberto à comunidade": juntas de freguesia ou outras entidades poderão usá-las para iniciativas abertas ao exterior. Os novos pavilhões gimnodesportivos e salas polivalentes podem ser cedidos ou alugados pela escola, que se abre ao bairro e pode ter fontes de rendimento alternativas. "A ideia é levar a escola para fora dos seus limites físicos, trazendo para dentro as pessoas de fora", explica Teresa Heitor. Em muitos casos pretende-se ainda instalar um Centro de Novas Oportunidades.

Tudo isto - acrescido da necessidade de novas salas de aula, novos laboratórios devidamente equipados, espaços para os professores poderem reunir-se e trabalhar (para além da tradicional sala de professores) e espaços para os alunos (nas escolas antigas a "sala de alunos" era o recreio coberto, salas fechadas só surgem nos anos 60) - representa, para os arquitectos a trabalhar nas escolas um desafio complicado.

O programa é pesado e o que se lhes pede é que encontrem espaço nas escolas para o instalar - processo que se torna ainda mais complicado nos edifícios históricos, onde se tem especial cuidado na recuperação do original. As soluções são, obviamente, todas diferentes, mas passam sempre pela construção de área nova (que pode ficar mais ou menos escondida, conforme a opção). Há em média 30 por cento de construção nova, indica a responsável da Parque Escolar.

Mas, ao criar os tais espaços mais informais e ao "descentrar o ensino da sala de aula", não estará a arquitectura a ir à frente do que é a realidade das escolas hoje? No final da década de 60 foi precisamente isso que aconteceu "com o modelo das escolas abertas, em que se rebentava com os limites da sala de aula para criar grandes espaços", recorda Teresa Heitor. Na altura "as pessoas não foram capazes de se adaptar, mas isso foi há 40 anos e hoje há uma evolução do conceito do ensino centrado no aluno para um ensino centrado no trabalho corporativo". Sinal disso é o facto de os velhos estrados que colocavam o professor num plano superior terem desaparecido ao longo do tempo. Nas novas salas pretende-se flexibilidade, para que o professor possa optar por um modelo de arrumação das mesas tradicional, em U, ou outro.

"Tem que servir a vida"

Será este programa ambicioso de mais sobretudo quando é preciso adaptá-lo a edifícios antigos? "A arquitectura está relacionada com a vida, tem que servir a vida, não é a vida que vai servir a arquitectura", defende Michel Toussaint, vice-presidente da secção regional sul da Ordem dos Arquitectos e professor de arquitectura na Universidade Técnica de Lisboa. "A questão patrimonial tem os seus limites, [senão] o edifício transforma-se num museu, ou então abandona-se e vai-se para outro lado. Se estamos perante um conjunto patrimonial, ele tem que ser conservado, sem dúvida, mas a forma de o conservar é também habitá-lo. A arquitectura não tem sentido se não for habitada. As escolas têm que continuar a ser escolas."

Quanto à concepção dos espaços de ensino, Toussaint lembra que um país como a Holanda, por exemplo, "tem uma tradição de experimentalismo na arquitectura, e isso tem muito a ver com a própria sociedade". Em Portugal "há outras tradições de ensino, outras condições financeiras, de organização social, de eficácia administrativa e até de experiência arquitectónica". Pode não ser fácil transferir experiências de outros países.

A Parque Escolar tem noção disso. Muito depende da forma como os professores reagem em cada escola, diz Teresa Heitor. O programa é discutido entre professores e arquitectos, que tentam adaptar o projecto da Parque Escolar às diferentes necessidades. Num processo em que as obras decorrem sem interrupção das aulas, "para a intervenção correr bem é essencial haver estabilidade na escola, além de liderança e capacidade [das direcções escolares] para mostrar que aquilo é para a melhorar."

Há escolas, reconhece Teresa Heitor, que têm maiores preocupações com a disciplina e não reagem tão bem à ideia de ter os alunos a circular pelos corredores durante os intervalos. Outras adaptam-se facilmente aos novos conceitos. Na D. Dinis, em Chelas, onde o arquitecto Ricardo Bak Gordon construiu um novo edifício que funciona como uma learning street, com vários espaços informais, "no primeiro ano os alunos passavam aí a maior parte do tempo", conta o director José António de Sousa. E passaram a ter muito mais cuidado com o equipamento - se antes era preciso limpar com frequência as paredes, isso deixou de acontecer. Poderá a arquitectura levar a um maior civismo?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

19 - Ferramentas para aprendizagem

18 - Web conferência com Dimdim

Dimdim offers a variety of packages ranging from basic and free accounts to enterprise level accounts with tiered pricing. The free account gives you full audio between all parties, public and private text chat, document sharing of PDF and Powerpoint files, web page sharing, a shared whiteboard, and scheduling functionality. Unfortunately the free version only has one way video. The person hosting the meeting is the star of the show.

terça-feira, 8 de junho de 2010

17 - The Future of Libraries Webinar

16 - tecnologia e educação

15 - Como pesquisar na Net

14 - A web 2.0 explicada a todos

13 - UM LIVRO DA BIBLIOTECA ESCREVE AOS SEUS FUTUROS UTILIZADORES

Fabuloso!

12 - Myebook - Uma aventura dentro do espelho

O que se pode fazer em articulação entre a BE e a sala de Aula

Myebook - Uma aventura dentro do espelho

11 - Abre a caixa por favor, ou Pandora revisitada

terça-feira, 1 de junho de 2010

8 - Recursos sobre livors e leituras

Na página abaixo podem ser encontrados uma série de recursos sobre livros, leituras, leitores...

Vale a pena...

http://bookleads.wikispaces.com/

7 - Perigos das redes sociais

Vale a pena ver com atenção!

É o reverso da medalha das redes sociais... Partilhar o quê? que riscos? que potencialidades?


Violência das redes sociais
- Watch more Videos at Vodpod.

6 -Twitter

Segundo a Exame informática

Twitter chega aos 15 mil milhões de entradas

A rede social dos 140 caracteres precisou de apenas três meses para passar dos 10 mil milhões para os 15 mil milhões de tweets.
Twitter chega aos 15 mil milhões de entradas

O Twitter demorou um ano a chegar aos cinco mil milhões de mensagens, noticia o Mashable. Agora, de 4 de Março de 2010 até ontem, passaram menos de três meses e houve um novo crescimento de cinco mil milhões.

5 - Recursos Essenciais I

Aceder ao link...

90+ Essential Social Media Resources

4 - aprendizagem não formal

3 - A revolução em curso