terça-feira, 28 de dezembro de 2010

129 - Dropbox

Embora já não assunto novo para mim, só há poucos dias começei a usar a dropbox... preguiça? o facto de ter uma giga pen? o medo da "nuvem" que nos guarda tudo mas depois, um dia, fecha serviços...

Não interessa. O facto é que instalei, começei a usar e tornei-me fã!

Qual o conceito? É ter um espaço num servidos online onde se guardam os nossos ficheiros e que depois pode ser sincronizado com cada um dos computadores em que trabalhamos de modo a que nada se perca quanto às actualizações.
Tem também a vantagem de se poderem compartilhar ficheiros ou pastas com colaboradores e, tal como o google docs, poderemos ter uma única versão num trabalho colaborativo...
Qual o senão? o espaço online é pequeno (2 Giga de início). Para quem estava habituado a ter imenso espaço e ter tudo na pen, torna-se difícil escolher o que se quer ter online e o facto de ficarmos totalmente dependentes da net se trabalharmos num computador público, pois nesse caso não queremos sincronizar os nossos trabalhos e deixá-los acessíveis a todos...



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

128 - Bibliotecas Escolares Portuguesas - ponto da situação

Graças à Luísa Alvim tive acesso a um vídeo sobre promoção da leitura que foi elaborado a propósito do centésimo aniversário da Associação de Bibliotecas Finlandesas



Dei por mim a pensar...  Senti-me orgulhoso de pertencer ao programa da Rede de Bibliotecas Escolares e mais icncretamente ao seu Gabinete que nasceu em 1996 (tem portanto quase 15 anos). Orgulho-me de em apenas 15 anos termos já atingido um nível fantástico tendo em conta o enorme atraso que tínhamos em relação aos países nórdicos.
Quantos países se podem orgulhar de ter uma rede que:
- Integrou mais de 2000 Bibliotecas em Rede e lhes dá apoio?
- Tem um Programa oficial de Formação que formou milhares de professores em centenas de acções de formação contínua desde 2006.
- Tem um conjunto de aproximadamente 1500 professores Bibliotecários a tempo inteiro (ou quase) que dão apoio às Bibliotecas Escolares dos agrupamentos
- Tem um modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares
- Tem um conjunto de aproximadamente 50 coordenadores interconcelhios que apoiam os professores Bibliotecários das escolas e ajudam a implementar o programa RBE ao longo da país
- ...

Quantos países se podem orgulhar disto? muito poucos! sei-o de experiência própria através de contactos que fui estabelecendo em toda a Europa e de redes de Bibliotecários. Ou não têm Bibliotecas em determinados Ciclos de ensino, ou não têm professores Bibliotecários, ou estes não têm estatuto nem formação ou sei lá que mais...

É verdade que muita coisa nasce do berço (veja-se o vídeo acima), é verdade que se demora anos a colher os frutos de um trabalho, mas estamos no bom caminho. Nascemos muito tarde mas queremos fazer. Muito faz quem quer. Estamos de parabéns. Não temos de nos envergonhar do nosso programa!

Saibamos consolidá-lo!   

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

127 - Internet segura

Bom... Começo por uma declaração de princípios! Acho a Internet tão insegura como é inseguro andar na rua e como inseguro é viver numa grande cidade.

Todos sabemos que é necessário algum cuidado ao andar de transportes públicos, levantar dinheiro, falar com estranhos, dizer num café que vamos de férias, ...

Pois, a Internet reproduz a sociedade. como não somos todos anjinhos, também para nela se mover são necessários alguns cuidados...

Aceito que é preciso ensinar miúdos e alguns adultos a navegar com segurança, pois se até a mulher do chefe dos serviços secretos ingleses colocou fotos de família no facebook...

Vale a pena andar por aqui: http://www.seguranet.pt/blog  





quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

126 - Estudo sobre redes sociais em Espanha Nov 2010

Vale bem a pena ver a apresentação sobre o estudo efectuado em Espanha: Objectivos e metodologia do estudo; penatração das redes sociais: perfil comparativo dos utilizadores, ...

Os dados são recentíssimos

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

125 - Inventam-se novas bibliotecas para este século













Post inspirado em Tecnoeducando  
Dá mesmo que pensar... Para que servem as Bibliotecas? que utilizadores as procuram? será sensato ficar parado e nada fazer? o que mudar? mudar por mudar? é o fim do livro?
---
Compartilho uma lista de links relacionado com o mundo das Bibliotecas que tem saído na impressa Espanhola durante esta semana. O tema principal é o presente e o futuro das Bibliotecas e a necessidade de estas se adaptarem à era da hiperinformação. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

123 - Tecnologias e web social

Excelente apresentação de Catuxa Seoana, no  VII Encuentro Nacional de BiblioRedes que se realizou no Chile a 19 e 20 de Outubro de 2010

Eis a breve descrição da apreserntação, segundo a própria:

"Mi ponencia que llevó por título Fomento lector y Web Social recogió la experiencia de las Bibliotecas Municipales de A Coruña en las redes sociales, donde la personalización de los servicios bibliotecarios es pieza clave para que nuestros usuarise sientan acogidos ( “apapachados” como dice Verónica Juárez) en los espacios que ofrece la biblioteca. Intenté ofrecer ideas para fomentar la lectura con ejemplos reales de herramientas de la Web Social que logran y propiciar la participación e interacción ciudadana desde lo virtual y que vivo de cercaen mi trabajo como responsable de Tecnologías Emergentes en las Bibliotecas Municipales de A Coruña:

•La red de blogs temáticos
•El uso de los wikis
•Las presencia de la biblioteca en las redes sociales: Facebook, Twitter, Flickr, Slideshare, Youtube, Slideshare, etc."

122 - Digital and Media Literacy: A Plan of Action A White Paper by Renee Hobbs



















Do autor  Renée Hobbs, foi publicado o livro branco "Digital and Media Literacy: A Plan of Action".Para ter acesso ao documento em formato PDF carregue na imagem

Índice
From Report to Action
Executive Summary
The Knight Commission Recommendation
The Heritage of Digital and Media Literacy
Meeting the Needs of All
Where Learning Occurs
Learning and Teaching: What Works
Issues to Consider When Implementing Digital and Media Literacy Programs
A Plan of Action: 10 Recommendations
Who Should Do What
Conclusion: Imagining the Future
Appendix
Portraits of Success
About the Author
About the Communications and Society Program

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

120 - Ambientes pessoais de aprendizagem

Este é um tema charneira neste novo mundo da web 2.0. Desenvolver as tecnologias de modo a torná-las personalizáveis e adaptadas às nossas necessidades de aprendizagem/profissionais levando o utilizador a receber a informação que lhe interessa em determinado momento, a selecciona-la e a produzir conteúdos/conhecimento É este o ambiente pessoal de aprendizagem.

O conceito é melhor ilustrado no vídeo abaixo. Serão as nossas bibliotecas capazes de se adaptar de modo a fornecer estes novos serviços?
Há já por aí algumas experiências...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

118- O Google publicou um livro sobre a internet - 20 things I learned about browsers and the web


Merece uma VISITA aqui

O livro explica detalhadamente 20 conceitos relacionados com a internet e com o seu modo de funcionamento. Veja-se... só a introdução já apela à visita:

"What’s a cookie? How do I protect myself on the web? And most importantly: What happens if a truck runs over my laptop?

For things you’ve always wanted to know about the web but were afraid to ask, read on."

117 - Dez conselhos para transmitir um evento por Twitter

Post retirado daqui:

Diez consejos para transmitir un evento por Twitter



Por Pepe Flores el 25 de Noviembre de 2010 en Destacadas, Internet.




Twitter es una excelente herramienta para seguir en tiempo real cualquier evento. Por esta razón, muchos organizadores quieren que su actividad sea transmitida a través de la red social. Normalmente los asistentes se ocupan desinteresadamente de esta tarea. Sin embargo, a diferentes organizaciones y empresas les interesa que su cuenta oficial se mantenga actualizada de acuerdo a los acontecimientos, así que suelen delegarle esa tarea a alguien — o incluso, contratar a una persona. Yo recién llego a casa de haber tuiteado un evento para Endeavor (una asociación global de aceleración de empresas), así que traigo muy fresca la experiencia. Con base en mis vivencias, les dejo siete consejos que les pueden ser muy útiles.

1. Prepara el terreno

Si esperas una buena recepción para la transmisión de tu evento en Twitter, es importante que le avises con anticipación a tu audiencia. Sobre todo con las organizaciones, no olvides incluir en la publicidad que se pueden seguir las incidencias a través de la red social. Si tienes un blog de la empresa o una cuenta corporativa, tampoco vendría mal anunciarlo por ahí. De este modo, logras informar a la gente que te sigue (vaya o no a tu evento) de que la cobertura estará disponible en la cuenta.

2. Designa un responsable

No digo que contrates a un Social Media Manager Guru Expert o algo así, sino que dejes en claro quién se va a encargar del manejo de redes sociales durante el día del evento. Si ya tienes alguien que actualice la cuenta corporativa, ya la libraste. Si no, debes buscar a alguien que se enfoque sólo a esa actividad. Hazlo bien, no improvises. Designa a alguien que esté familiarizado con la herramienta, de modo que pueda aprovechar todos los beneficios — sobra decir que debe tener una excelente ortografía. Incluso puedes invitar a algún usuario que conozcas para que te ayude.

3. Revisa tu equipo

¡Indispensable! Revisa los aspectos técnicos con los que cuentas. De entrada, evalúa qué tipo de conexión tienes. ¿Hay Wi-Fi en el recinto? ¿Te puedes conectar por cable? ¿Qué velocidad tiene? Debes tener control sobre estas características. Muchos optan por la banda ancha móvil o la red 3G para ir a la segura. También debes pensar qué equipo es el mejor. Para mí, el iPad es una maravilla por su portabilidad. Sin embargo, quizá te convenga más un smartphone si quieres subir fotografías al instante, o incluso instalar una pequeña estación si deseas subir vídeo. Todo depende de lo que desees lograr.

4. Aprovecha otras herramientas

No todo es texto. Como mencioné en el punto anterior, hay muchas maneras de enriquecer tu transmisión. Puedes subir fotografías de manera rápida con capturas del móvil. Incluso, puedes aprovechar Twitcam u otro servicio similar para hacer pequeñas entrevistas a algunos invitados (¡excelente para congresos!). Es cuestión de que armes un pequeño set, ¡y voilá! Recuerda que este tipo de materiales audiovisuales le imprimen un mayor valor agregado a tu cobertura.

5. Evalúa la necesidad de una etiqueta

No todos los eventos requieren un hashtag. Ideados para agrupar tweets en torno a un tema, muchas veces resultan inútiles. Evalúa si lo necesitas antes de implementarlo. ¿Cómo? Primero debes preguntarte cuánta gente estará hablando sobre tu evento. Si eres el único que estará haciendo la cobertura, bastará con que consulten tu cuenta para leer la cobertura. Si serán muchos los que hablarán sobre tu evento, entonces sí es buena idea instaurar una etiqueta (¡ojo, con una basta, recuerda que lo importante es centralizar la información!). A propósito, te recomiendo que te leas la excelente guía que hizo Inti para crear buenos hashtags.

6. Se claro, contundente y creativo

El éxito de una buen transmisión está en tres aspectos. Primero, la claridad de los tweets. Tus publicaciones deben ser entendibles. No estás enviando un SMS ni un telegrama. Una o dos frases logran maravillas, si se elijen bien las palabras. En segundo lugar, contundencia: si estás transcribiendo una ponencia o un discurso, puedes combinar citas poderosas con algunas paráfrasis. En un tweet puedes decir: Fulanito: “El Internet debe ser un derecho fundamental. Sólo así se reducirá la brecha digital” o Fulanito considera que para reducir la brecha digital, el Internet debe ser un derecho fundamental. Cada una impacta de diferente forma. Tercero, no temas ser creativo. Explora ser irónico, metafórico, jugar con el lenguaje. La cuarta pared está para ser rota (¿o no lo creen?).

7. Retroalimenta

No sirve de nada que desarrolles un soliloquio en Internet. Si tu transmisión es buena, habrá gente que se enganchará. Algunos te mandarán preguntas, otros te darán retweet, y tampoco faltarán los que critiquen lo que se dice. Anímate a discutir. Revisa cada determinado tiempo tus menciones, de modo que respondas los más importantes. Tampoco está de más agradecer algunas aportaciones, e incluso usar con discreción el RT. También puedes lanzar algunas preguntas al aire, pero procura que tampoco caiga toda la responsabilidad en tus seguidores. Tú provees la información, ellos la discusión.

8. Influencia, no volumen

Si son pocos los que siguen tu evento, no te desanimes. ´Twitter se trata de influencia, no de volumen. Si se trata de una cuenta corporativa, es muy probable que los seguidores sepan a lo que se atienen. Sin embargo, puede que a algunos simplemente no les llame la atención ese evento. También recuerda que la calida de tu transmisión no está en el número de tweets que sacas, sino en la calidad. No tienes que actualizar cada diez segundos. Cada quién tendrá su ritmo, pero juzgo que cada tres o cuatro minutos es un buen intervalo. ¿El mejor criterio? Publica cuando suceda algo interesante: nunca falla.

9. Tras bambalinas (pero sólo de reojo)

Lo que pasa tras bambalinas de un evento también es muy interesante. De vez en cuando viene bien aligerar el tono con algún aspecto de este tipo, pero debes cuidar que este tipo de tweets no te dejen mal parado. Por ejemplo, si un invitado canceló de último minuto, no ayuda a tu imagen decir algo como “estamos corriendo para ver quién puede suplir a Fulanito”. Procura compartir algunos detalles de la organización, de lo que sucede detrás de cámaras, pero sin revelar información sensible. Recuerda que, como en la cintas de policías, lo que digas puede usarse en tu contra.

10. Repite el ejercicio

Acostumbra a tus seguidores a las coberturas de eventos. Con la práctica se hace el maestro, reza el adagio. Si a la primera no sale, evalúa qué se puede mejorar, y súbete de nuevo al caballo. Quizá tu primera transmisión no reciba demasiada respuesta, pero verás como la interacción mejora con la segunda, la tercera, y demás. Intenta siempre técnicas nuevas (y si alguna te resulta, no dudes en compartirla con nosotros).

Espero que este decálogo les sirva para sus futuras transmisiones. Cualquiera que sea la naturaleza de su evento, les aseguro que estos consejos pueden serles de gran utilidad. Si tienen alguna duda o sugerencia, recuerden que me pueden encontrar en Twitter (@padaguan) — y de paso, no olviden agregar la cuenta oficial de ALT1040 para estar bien enterados de la información geek más reciente.





116 - No TICeduca2010 III

Partilha-se aqui o link que dá acesso às apresentações powerpoint disponibilizadas pelos oradores no TICeduca2010

Ver em SlideShare no canal do TICEduca2010

Nem todas nos enchem as medidas, mas há lá muita coisa interessante

115 - No TICeduca 2010 II

De volta ao relato sobre o TICeduca 2010 não posso deixar de referir a excelente apresentação na sessão inicial , como conferência de fundo, da  Drª Helen Barret falando-nos de e-portfólios. Por ser uma apresentação muito estruturada, ser fruto de muitos anos de reflexão sobre o assunto e sistematizar pensamentos dispersos que tenho sobre o assunto, aqui se partilha a apresentação.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

114 - No Ticeduca 2010

Entre os dias 19 e 20 de Novembro, realizou-se no Instituto da Educação de Lisboa o Ticeduca2010. Tive o grato prazer de nele participar.

Sem grande proecupação cronológica, partilho aqui algumas apresentações/comunicações que vale a pena tornar perenes

A primeira foi a participação de António Dias Figueiredo no Simpósio comemorativo dos 25 Anos de TIC na Escola em Portugal - Evento comemorativo do início do Projecto MINERVA e dos 25 anos de integração das TIC na educação em Portugal, com a participação de diversos responsáveis e intervenientes directos ao longo do processo:
  • Paulo Dias, Instituto de Educação da Universidade do Minho (Coordenador)
  • António Dias de Figueiredo, Universidade de Coimbra - Regresso ao Futuro, 25 Anos Depois
  • João Pedro da Ponte, Universidade de Lisboa  - Um olhar sobre o Projecto Minerva
  • José Luís Ramos, Universidade de Évora  - Torna-viagem e integração das TIC na Escola em Portugal. Reflexões sobre o Programa Nónio Século XXI
  • João Correia de Freitas, Universidade Nova de Lisboa  - 25 Anos depois: as Novas Tecnologias da Informação (NTI) nas Escolas?
Vale mesmo a pena ver a parte 2...

(Ah, a propósito, consciencializei que já sou professor há 25 anos! começei logo com o Minerva. Que sorte ter percorrido todo este caminho!)



113 - Da Blogosfera ao Facebook : o paradigma da comunicação nas bibliotecas portuguesas

Ainda a propósito da minha participação nas VI conferências do Cenáculo na passada 5ª feira (18 de Novembro) na Biblioteca Pública de Évora em que se discutiu o tema: "A Biblioteca 2.0 - Oportunidades e desafios para as Bibliotecas do século XXI", não posso deixar de partilhar a brilhante reflexão da Luísa Alvim, com o título Da Blogosfera ao Facebook : o paradigma da comunicação nas bibliotecas portuguesas que pode ser consultada aqui:

Vale a pena ver e ler

sábado, 20 de novembro de 2010

112- VI Conferências do cenáculo - É vora

Na passada 5ª feira (18 de Novembro) tive o grato prazer de participar na Biblioteca Pública de Évora nas VI conferências do Cenáculo. Já há anos que desejava lá ir mas nunca se tinha proporcionado. Foi desta vez.

O tema foi: A Biblioteca 2.0 - Oportunidades e desafios para as Bibliotecas do século XXI.

Foi uma oportunidade para estar pessoalmente com gente de muito valor no âmbito das Bibliotecas, refiro especialmente o Carlos Pinheiro, a Luísa Alvim, o José António Calixto e o Pedro Princípe com quem, finalmente, troquei umas palavras.

Aqui fica a apresentação do Pedro Príncipe que me encheu as medidas. Foi um dia muito bom mesmo 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

111 - Bibliotecas 2.0 - arqutectura de Participação

Mais uma brilhante sistematização da Luísa Alvim sobre uma temática em que ando a batalhar desde à muito. O que é uma Biblioteca 2.0 e como são encarados os utilizadores nessa óptica. Como deve ser perspectivado o trabalho na e da Biblioteca?

110 - Redes sociais

A rede e a forma como lhe acedemos e dela tiramos partido mudou muito no espaço de poucos anos. Não compreender essa realidade é ficar de fora de uma revolução coperniciana que coloca o utilizador no centro. 

Não acredita? leia o texto abaixo... 


Do Público de 10 de Novembro

Estudo - Mais de metade dos cibernautas usa redes sociais pelo menos uma vez por semana

Actividades como enviar e receber e-mails e procurar notícias continuam a ser as mais frequentes na Internet. Mas as redes sociais têm ganho popularidade e 51 por cento dos utilizadores de Internet em Portugal já vão pelo menos uma vez por semana a sites como o Facebook ou o Hi5. Quase um terço fá-lo todos os dias. E, dos que têm um perfil numa rede social, 72 por cento consideram estes sites “essenciais para a manutenção dos laços pessoais”.
Os números são do relatório A utilização da Internet em Portugal, que é publicado hoje e foi elaborado pelo Lisbon Internet Network Institute (que agrega várias instituições de investigação), com o apoio da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento.
O estudo revela que a larga maioria adere a sites como o Facebook para manter contacto com pessoas que “estão longe” e para fortalecer laços já existentes. Sem surpresas, são os mais jovens que têm uma rede mais alargada de contactos online, observa o investigador responsável pelo estudo, Gustavo Cardoso, do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

Contunua aqui...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

109 - O Twitter é uma moda passageira

Nas minhas viagens pelas redes/internet descobri um post do Paulo Simões que vale a pena ser lido.
Começa assim: "O jornal espanhol El País publicou uma entrevista com Nicholas Negroponte a que deu o título de: ”Twitter me parece una moda pasajera”.

Pelos vistos já há 4 anos que se diz e escreve isto!

Ler artigo inteiro aqui

domingo, 7 de novembro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

106 - Mês das Bibliotecas escolares na EBI da Charneca da Caparica

Eis como uma ideia simples pode ser eficaz e motivadora!!!

Afixar um paepl cenário com a frase "dá-nos uma boa razão para utilizar a Biblioteca" num corredor da escola. E não vi por lá dado nenhum uso "lateral"



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

105 - A Biblioteca responde aos problemas do coração

Questions of the Heart from Rachael Harrington on Vimeo.


Bom, eu se fosse bibliotecário não responderia assim a um miúdo que me viesse com este tipo de questões, isto é, não começava logo pelo livro mas com uma conversa com ele...

No entanto, acho que este tipo de filme poderia ser um bom marketing para a Biblioteca Escolar se produzido pelos próprios alunos e professor Bibliotecário, mostrando as potencialidades do espaço...

Era uma grande ideia

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

104 - A evolução das redes sociais

Post retirado daqui. 

(O engraçado é que eu usei muitas vezes o primeiro mapa nas minhas apresentações e nem tinha ideia que tionha alguma ligação com a realidade. Pensava que era apenas humor/cartoon...)

---

Interessante forma de mostrar a evolução das redes sociais nos últimos anos a que publicaram faz algumas horas no mashable.

São três mapas onde podemos ver as redes sociais como se fossem países. O estado em 2007, onde tinha ainda regiões chamadas MySpace ao mapa atualizado de 2010, consumido pelo continente Facebook com FarmVille como um grande país e com um Twitter que já tem mais tráfego nos Estados Unidos do que o velho e resistente Myspace.

Por outro lado é interessante perceber que 2010 precisou de uma atualização antes de terminar o ano, o que mostra a velocidade com a que nos movemos na web social…

Redes sociais em 2007

















Redes sociais em 2010




































Actualização 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

102 - Estas são as vantagens das Bibliotecas digitais

The British Library has digitised over a quarter of its Greek manuscripts (284 volumes) for the first time and made them freely available online at www.bl.uk/manuscripts thanks to a generous grant from the Stavros Niarchos Foundation.

---

O acesso a documentos raros ou a fontes deve ser um serviço disponibilizado pela Biblioteca escolar. Não me refiro a este tipo de papiros que são para um público especializado mas, por exemplo, a primeira página de um jornal (25 de Abril, 5 de Outubro), um tratado, imagens da queda do muro de Berlim, ...

 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

101 - o futuro dos livros

Será ficção? habituaremos-nos a ler livros desta forma? O facto é que há 10 anos não se falava em web 2.0 nem se imaginaria uma ferramenta como o youtube (seria impossível face à tecnologia disponível)

The Future of Reading from Corinna Sherman on Vimeo.

sábado, 25 de setembro de 2010

100- Ideias para usar o Prezi em sala de aula

Excelentes ideias. Até fiquei mais convencido...


99 - "Effective School Libraries: Evidence of Impact on Student Achievement"

Sla Effective School Libraries

98 - Uma Biblioteca no aeroporto de Amesterdão

Whether you visit Amsterdam often or you just pass through its airport frequently on trips to other spots in Europe, you’re likely among the many travelers who has lots of nice things to say about Amsterdam Schiphol Airport. From the helpful multi-language signs to the plentiful food offerings to the nice layout to the lovely reclining chairs in front of the windows, it’s an airport I (for one) don’t mind having a few hours in.
There are already plenty of ways to kill time – in an enjoyable way – at Schiphol, including the extremely cool mini-Rijksmuseum, but the airport has recently added yet another option for literary travelers – a library.
Schiphol’s Airport Library, opened officially just this week and the first permanent airport library anywhere, is geared toward those passengers who have long layovers at Schiphol between flights to and from other destinations in Europe. Rather than a lending library, it’s a “reference library” – or, as the website puts it, “a sitting area with added value.”

Travelers who are passing through Schiphol Airport will have access to books, music, and films, with Dutch fiction translated into 29 languages. Yes, most of the materials available are Dutch-oriented, but not all of it – and if you’re killing time in an airport, you could do worse than to spend time in a library full of Dutch culture.
As mentioned, the Schiphol Airport Library isn’t designed for you to check something out to read on your flight en route to your vacation and then drop off on your way through the airport en route home. But the library does offer a few downloadable movies (about Dutch culture, of course) that you can transfer to your mobile phone (or, one assumes, to an iPod) via Bluetooth for later viewing.

The Airport Library is open 24 hours a day, 7 days a week, as it’s entirely self-service. There’s comfy seating, reading tables, a few iPads (for use in the library only, of course), and all kinds of material to divert your attention away from the fact that you’re in an airport.
You’ll find the Schiphol Airport Library after passport control on what’s known as “Holland Boulevard” between Piers E and F.
>> For more tips on how to spend a long layover at Schiphol – including taking a quick excursion into Amsterdam itself – here’s our extensive Amsterdam layover guide.
>> More information about the library at the official website
images courtesy of the Airport Library

97 - Manifesto for 21st Century School Librarians

Manifesto for 21st Century School Librarians

By Joyce Kasman Valenza
October 2010

Seguir link acima para ver a mensagem original

A couple of summers back a young school librarian, fresh out of library school, asked a very honest question at one of our state retreats:
We’re all doing different stuff. The other school librarians I know are not doing what I am doing. Some maintain Web sites and blogs; others do not. Some have seriously retooled; others have not. In the 21st century, what does a school librarian do?

Well into the 21st century, it is clear that the concept of modern teacher librarian practice is not clear. There is no textbook for what effective practice looks like in continually morphing information and communication landscapes.
What I know for sure is that if the Joyce who graduated from library school in 1976 (and again with a school specialty in 1988), heck, if the Joyce from the 2007/2008 school year, were to visit my library today, she would be stunned by the differences in my/our practice.
In the past few years many of us have re-imagined school library for learners using the array of new tools and abilities in front of us today.
And in my humble opinion some aspects of emerging practice are nonnegotiable.

You know you are a 21st century school librarian if . . .


Reading

● You consider new ways to promote reading. You are piloting/supplying learners with downloadable audio books, Playaways, Kindles, iPads, Nooks.
● You share ebook apps with students for their iPhones, droids, and iPads and other mobile devices (Check out Gale’s AccessMyLibrary, School Edition)
● You market, and your students share, books using social networking tools like Shelfari, Good Reads, or LibraryThing.
● Your students blog or tweet or network in some way about what they are reading
● Your desktop screensavers promote great reads, not Dell or Apple or HP.
● You link to available free ebook collections using such tools as Google Books, International Children’s Digital Library (See ebook pathfinder.)
● You review and promote books in your own blogs and wikis and other websites. (Also Reading2.0 and BookLeads Wiki for book promotion ideas)
● You embed ebooks on your websites to encourage reading and support learning
● You work together with learners to create and share digital booktalks or book trailers.

Information Landscape

● You know that searching various areas of the Web requires a variety of search tools. You are the information expert in your building. You are the search expert in your building. You share an every growing and shifting array of search tools that reach into blogs and wikis and Twitter and images and media and scholarly content.
● You open your students to evolving strategies for collecting and evaluating information. You teach about tags, and hashtags, and feeds, and real-time searches and sources, as well as the traditional database approaches you learned way back in library school.
● You organize the Web for learners. You have the skills to create a blog or website or wiki or portal of some other type to pull together resources to meet the specific information needs of your learning community.
● You make sure your learners and teachers can (physically & intellectually) access developmentally and curricularly databases, portals, websites, blogs, videos, and other media.
● Your presence reflects your personal voice. It includes your advice and your instruction, as well as your links. You make learning an engaging and colorful hybrid experience.
● You think of your web presence as a knowledge management tool for your entire school. It includes student-produced instruction and archived (celebrated) student work, handouts, policies, and collaboratively built pathfinders to support learning and research in all learning arenas. (Checkout Pathfinder Swap for examples.)
● You help learners put together their own personal information portals and Knowledge Building Centers to support their research and learning, using widgets, embedded media, and personal information portals like iGoogle, PageFlakes ,and NetVibes and wikis and Google Sites.
● You intervene in the research process online while respecting young people’s need for privacy.
● You work with learners to exploit push information technologies like RSS feeds and tags and saved databases and search engine searches relevant to their information needs.
● Your own feeds are rich with learning content, evidence of your networking. You embed dynamic widgets (including your own database widgets) wherever students live, work, and play.
● You integrate dynamic interactive features in your library’s website–Google calendars, RSS feeds, delicious bookmarks, Flickr photo galleries, online presentations, blogs, surveys, polls, as ways to interact with and teach students.

Communication and publishing and storytelling

● You know that communication is the end-product of research and you teach learners how to communicate and participate creatively and engagingly. You consider new interactive and engaging communication tools for student projects.
● Include and collaborate with your learners. You let them in. You fill your physical and virtual space with student work, student contributions—their video productions, their original music, their art.
● Know and celebrate that students can now publish their written work digitally. (See these pathfinders: Digital Publishing, Digital Storytelling)

Collection Development

● You expand your notion of collection.
● You no longer strive for the standard catalog, long-tail, just-in-case approach. In tight times, with shared catalogs and easy online purchasing, a just-in-time approach is far more effective. You build your own collection collaboratively, with an understanding of the strengths and weaknesses of the available collections around you.
● Collection should include: ebooks, audiobooks, open source software, streaming media, flash drives, digital video cameras, laptops, tripods, RSS feeds, and much more! And we should seek effective, federated approaches to ensure these diverse formats and platforms are equally and seamlessly accessible.
● You involve your community in collection building using interactive polls and web-based suggestion forms.
● You understand that library is not just a place to get stuff, it is a place to make stuff, collaborate on and share stuff. Not a grocery store, but a kitchen!
● Your collection–on- and offline–includes student work. You use digital publishing tools to help students share and celebrate their written and artistic work.

Facilities, your physical space

● You know your physical space is about books and way more than books. Your space is a libratory. You welcome, and create space for, media production—podcasting, video production, storytelling–producing and presenting.
● You welcome and host telecommunications events and group gathering for planning and research and social networking.
● You cope with ubiquity. No, you learn to love it. Ubiquity changes everything. In one-to-one schools, students may visit the library less frequently. In such environments, in all modern, truly relevant environments, library must also be ubiquitous. Library MUST be everywhere. Librarians must teach everywhere, in and outside of the library.
● You realize you will often have to partner and teach in classroom teachers’ classrooms. One-to-one classrooms change your teaching logistics. You teach virtually. You are available across the school via email and chat.
● You know that laptops can actually walk back to the library for its space and additional resources in all formats.

Access , Equity, Advocacy

● You are concerned about a new digital divide: those who can effectively find quality information in all media formats, and those who cannot.
● You are concerned about a new digital divide: those who have access to the new tools for creation and publishing and those who do not.
● You consider just-in-time, just-for-me learning as your responsibility and are proud that you own real estate your students’ desktops and mobile devices 24/7.
● You grapple with issues of equity. You provide open source alternatives to students and teachers who need them. You lend flash sticks and laptops and cameras and . . . You ensure your students can easily get to the stuff they most need by using kid-friendly terms and by creating pathfinders.
● You ensure that all students have access to readings appropriate for their differentiated needs and offer books in a variety of formats.
● You know that one-to-one classrooms will change your teaching logistics. You realize you will often have to partner and teach in classroom teachers’ classrooms. You will teach virtually. You will be available across and outside the school via email and chat.
● You don’t stop at “no.” You fight for the rights of students to have and use the tools they need. This is an equity issue. Access to the new tools is an intellectual freedom issue.

Audience and collaboration

● You recognize that the work your students create has audience and that they may share newly constructed knowledge globally on powerful networks,. You help them see that they have the potential to make social, cultural, and political impact.
● You recognize that learners may share their ideas and participate in dialogs beyond the walls of the library or classroom.
● You exploit the cloud as a strategy for student collaboration, sharing and publishing.
● You share with students their responsibilities for participating in social networks.
● You see teleconferencing tools like Skype as ways to open your library to authors, experts, book discussion, debates, and more. Consider starting by examining Skype an Author Network.
● You use new tools for collaboration. Your students create together, They synthesize information, enhance their writing through peer review and negotiate content in blogs and wikis and using tools like GoogleDocs, Flickr, Voicethread, Animoto and a variety of other writing or mind mapping and storytelling tools.
● You help students create their own networks for learning and extracurricular activities.

Copyright, Copyleft and Information Ethics

● You teach students to care about their own digital footprints–and monitor them using people search tools.
● You encourage students to develop academic–NOT invisible–digital footprints.
● You teach students about norms for appropriate behavior in wikis and blogs.
● You model respect for intellectual property in a world of shift and change. You encourage and guide documentation for media in all formats.
● You lead students to Web-based citation generators and note-taking tools to guide them in these efforts.
● You recognize and lead students and teachers to the growing number of copyright-friendly or copyleft portals.
● You understand Creative Commons licensing and you are spreading its gospel.
● You encourage learners to apply Creative Commons licenses to their own creations.
● You are revising and expanding your notion of Fair Use in line with the Code of Best Practices in Fair Use for Media LiteracyEducation .
● You say “yes” a lot more. You know that in their creative remixes and mash-ups, students may use the copyrighted works of others in their own work without asking permission under certain conditions. You are discussing transformativeness with students and faculty. (See The Cost of Copyright Confusion for Media Literacy and Fair use and transformativeness: It may shake your world)
● You use a tool for reasoning whether a proposed use is Fair Use. (Tool for reasoning Fair Use.pdf)
You ask students to ask these two questions when they are using the copyrighted work of others in their own media:
1. Did the unlicensed use transform the material taken from the copyrighted work by using it for a different purpose than that of the original, or did it just repeat the work for the same intent and value as the original?
2. Was the material taken appropriate in kind and amount, considering the nature of the copyrighted work and of the use?
(From the Code of Best Practices in Fair Use for Media Literacy Education)

New Technology Tools

● You consider iPods and iPhones and iPads learning tools and storage devices and reference sources. You know that when you interrupt a student she might be in the middle of a chapter, recording a podcast, transferring data, taking audio notes. You establish classroom or library academic guidelines and norms for their use during the school day.
● You know this is only the beginning of social networking. Students will get to their Facebook accounts through proxy servers and their mobile devices despite any efforts to block them. You plan educationally meaningful ways to incorporate student excitement (and your own) for social networking. You establish classroom or library academic guidelines and norms for their use during the school day.
● You consider your role as info-technology scout. You look to make “learning sense” of the authentic new information and communication tools used in business and academics. You figure out how to use them thoughtfully and you help classroom teachers use them with their classes.

Professional Development and Professionalism

● You seek professional development that will help you grow even if it is not offered by your school district. Even if you don’t get PD credit. You can’t “clock” these hours.
● You build your own personal/professional learning network using social networking tools
● You guide your teacher colleagues in setting up their own professional learning networks.
● You read both edtech journals and edtech blogs, not just the print literature of our own profession.
● You follow selected educators,experts, authors, etc. with microblogging apps like Twitter
● You use Twitter to mine realtime chat about your professional interests. You use hashtags like #tlchat and #edchat
● You learn by visiting the webcast archives of conferences you cannot attend. (For instance, ISTE)
● You share your new knowledge with others using social bookmarking tools like Delicious and Diigo.
● You set up feed readers to push the blog of experts and educators you respect to you on a regular basis.
● You join a Ning or other social network for instance:
● You are contributing to the development of a new brand for our profession. When your students move on to the next library, they are going to expect visionary service and instruction and caring, helpful relationships.

Teaching and Learning and Reference

● You are figuring out how to be present for your learners and teachers 24/7, at the point of the information, research, or communication need. Ubiquity changes everything. With computers in every classroom and every home, heck with computers in every pocket, how are you going to share your wisdom and collaborate?
● You understand that learning can (and should) be playful.
● You understand that learning should be authentic.
● You understand that learning can be multi-modal, media-rich, customized to the needs of individual learners.
● You know the potential new technologies offer for interaction–learners as both information consumers and producers. You understand that in this world learners have the power to create and share knowledge.
● You are concerned that, when it matters, your students move beyond information satisficing. They make solid information decisions.
● You are concerned that students learn to evaluate, to triangulate information in all media formats. We must guide them in an increasingly complex world, to make information decisions, to evaluate all their information choices, including books, blogs, wikis, streamed media, whatever comes next.
● You are concerned and excited about what you can do that Google or Wikipedia cannot. What customized services and instruction will you offer that will not be outsourced to Bangalore?
● You continually share new understandings of searching, and evaluation, and analysis and synthesis, and digital citizenship, and communication, integrating and modeling our new standards, dispositions and common beliefs.
● You understand that exploration and freedom are key to engaging students in a virtual environment to promote independent learning.
● You know the potential new technologies offer for interaction–learners as both information consumers and creative information producers.
● You ensure that the library provides an independent learning environment that connects students and teachers in a social, digital, community.

Into the Future (acknowledging the best of the past)

● You unpack the good stuff you carried from your 20th century trunk. Rigor, and inquiry, and high expectations, and information and media fluency matter no matter what the medium. So do excitement, engagement, and enthusiasm.
● You lead. And you look ahead for what is coming down the road. You continually scan the landscape. As the information and communication landscapes continue to shift, do you know where you are going? You plan for change. Not for yourself, not just for the library, but for the building, for your learners.
● You see the big picture and let others see you seeing it. It’s about learning and teaching. It’s about engagement. If you are seen only as the one who closes up for inventory, as the book chaser, and NOT as the CIO, the inventor, the creative force, you won’t be seen as a big picture person.
● You continue to retool and learn.
● You represent our brand (who the teacher-librarian is) as a 21st century information professional. What does the information professional look like today? Ten years from today? If you do not develop strong vision, your vision will be usurped by the visions of others. You will not be able to lead from the center.
● You enjoy what you do and let others know it. It’s always better when you do what you love. (If you don’t love this new library world, find something else to do.)
● You continue to consider and revise your vision and feed it with imagination. Think outside the box. Heck, there is no box!
This modest “manifesto” describes my idea what today’s practice ought to look like. In a blog post, a little while back I pondered the flip side of that young librarian’s question.

What modern practice looks like also has a lot to do with what it doesn’t look like.

Here’s a list of things I believe teacher librarians should unlearn:
1. That the little things really matter to those we serve and teach. (For instance, whether or not we decide to shelve Mc and Mac together.)
2. That you should annually close a library for inventory.
3. That Boolean logic is the best search strategy since sliced bread.
4. That Wikipedia is bad, or less-than-good, in almost every context.
5. That databases are the only online sources with value and credibility.
6. That having a web presence, no–that having a really good and really useful web presence–is optional.
7. That someone else is exclusively or ultimately responsible for learning relating to information and communication and search technologies.
8. That the price initially quoted is the price you have to pay.
9. That vendors’ have the final say.
10. That issues relating to Fair Use are generally going to be answered with the word no.
11. That no really means no or will continue to mean no when it comes to issues relating to access to the information and communication tools of today and intellectual freedom.
12. That intellectual freedom is a phrase connected to books alone.
13. That libraries should be quiet.
14. That libraries should be tidy.
15. That a library’s effectiveness and impact should be measured by the number of books it circulates.
16. That your stakeholders automatically will know what you contribute to your school or your community’s culture.
17. That a library is merely a place to get stuff.
18. That your collection should be just-in-case rather than just-in-time.
19. That someone else is responsible for your professional development.
20. That ubiquity won’t change your practice profoundly.
21. That your library is bounded by its walls.
22. That your library is open from 8 a.m. to 3 p.m.
23. That there is a box. (to think outside)



Joyce Kasman Valenza loves her work as the librarian at Springfield Township High School (PA)!
For ten years, she was the techlife@school columnist for the Philadelphia Inquirer. Joyce is the author of Power Tools, Power Research Tools and Power Tools Recharged for ALA Editions. (PowerTools Remixed is currently in progress.) She currently blogs for School Library Journal. Her NeverendingSearch Blog (now on the SLJ Web site) won an Edublogs Award for 2005, was nominated in 2008, and won again in 2009. She was awarded the AASL/Highsmith research grant in 2005. Her Virtual Library won the IASL School Library Web Page of the Year Award for 2001. She has won her state’s PSLA Outstanding Program (2005) and Outstanding Contributor (2009) Awards. Joyce is active in ALA, AASL, YALSA, and ISTE and contributes to Classroom Connect, VOYA, Technology and Learning, and School Library Journal. Joyce speaks nationally and internationally about issues relating to libraries and thoughtful use of educational technology. She earned her doctoral degree in Information Science from the University of North Texas in August, 2007.